Para coordenador do Palmeiras, atletas da base são solução após crise causada pelo coronavírus
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Para coordenador do Palmeiras, atletas da base são solução após crise causada pelo coronavírus

Gabriel Veron Palmeiras
Gabriel Veron, de 17 anos, foi um dos exemplos usados pelo coordenador de base (Agência Palmeiras/Divulgação)
LANCE! - 07/06/2020 - 17:59
São Paulo (SP)
Nos últimos anos, o Palmeiras vem se destacando no futebol de base, não só conquistando títulos de referência, como também revelando atletas e possibilitando que eles sejam convocados para as seleções e subam para o profissional.

Em live realizada neste domingo no 2º Congresso Palmeiras de Ciências do Futebol, que vem acontecendo desde o início da semana, João Paulo Sampaio, coordenador geral das categorias de base alviverde, falou sobre o momento vivido pelos jovens e destacou o apoio do clube em investimento.

- Nos últimos três anos a gente tem tido títulos importantes, de referência para a base, jogadores convocados para seleções de base dos seus países e o próximo passo era o aproveitamento no profissional. Algumas pessoas perguntam: ‘por que o Palmeiras não aproveitava?’. Porque o Palmeiras nunca teve uma referência em sua base, então a gente construiu esse alicerce para depois se consolidar, que é o que aconteceu nos últimos anos, e agora temos nove atletas formados no clube no elenco de 33 jogadores. Desses nove, cinco ainda têm idade para jogar no sub-20, como o Veron, que tem 17 anos – iniciou.


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Ele ainda falou sobre a ‘chavinha’ que foi virada na parte interna do Palmeiras e destacou que em um momento como esse, de pandemia do novo coronavírus, a base deve ser olhada não como prejuízo, mas como uma solução.

- A gente fica feliz de ter mudado essa chave, do clube também começar a enxergar isso. Nessa pandemia, a gente tem que saber que essa vai ser a solução. Ficamos muito tristes porque há dois meses viemos brigando com as federações, a CBF, para falar que a gente tem que ter calendário, e a solução vai ser a base, os meninos para serem aproveitados. Na hora de uma pandemia como essa, a gente não tem que olhar para a base como um custo, a base será a solução – finalizou.

Segundo Sampaio, nos dois anos anteriores, as categorias de base tiveram uma mudança de quase 80% no perfil dos atletas, dos treinadores e das pessoas que foram chegando. Além disso, houve uma qualificação de pessoal e também uma melhora na captação de atletas e treinadores.


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