TIM 4G: Júnior, de Capacete a Maestro do Flamengo
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TIM 4G: Júnior, de Capacete a Maestro do Flamengo

  •  Junior - Flamengo
    Junior - Flamengo (Foto: Reprodução)
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    Junior - Flamengo (Foto: Divulgação/Flamengo)
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    Junior - Flamengo (Foto: Divulgação/Flamengo)
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    Junior - Flamengo (Foto: Divulgação/Flamengo)
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    Junior - Flamengo (Foto: Arquivo Pessoal/Instagram)
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    Junior - Flamengo (Foto: Reprodução/Flamengo)
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    Junior - Flamengo (Foto: Reprodução)
  •  Junior - Flamengo
    Junior - Flamengo (Foto: Reprodução/Internet)
  •  Júnior expulso - Vasco 1x1 Flamengo
    Júnior expulso - Vasco 1x1 Flamengo (Foto: Reprodução /Jornal dos Sports)
LANCE! - 05/09/2017 - 08:48
Rio de Janeiro
E MAIS:
Precisão nos passes, grande visão de jogo, excelência nas cobranças de faltas e escanteios. Ambidestro, apesar da grande categoria no meio-campo, jogou muito tempo na lateral esquerda, inclusive na Copa do Mundo de 1982, sendo escalado também na lateral direita e como volante. Leovegildo Lins da Gama Júnior, o Júnior, é um dos maiores ídolos do Flamengo, perdendo apenas para o companheiro Zico. É um autêntico craque TIM 4G do passado e um dos homenageados pela TIM, patrocinadora dos quatro grandes clubes cariocas.

O Maestro, como era conhecido pela elegância e eficiência com a bola nos pés, é, até hoje, o jogador que mais vestiu a camisa do Flamengo e o que mais conquistou vitórias na história do clube - 872 jogos, com 504 vitórias, entre os dias 6 de novembro de 1974, data da estreia, em um amistoso contra o Operário-MT, e 19 de agosto de 1993, quando se despediu dos gramados. Ao todo, foram 16 anos vestindo o Manto Sagrado.

Júnior é também o jogador do Flamengo que mais atuou no Maracanã, 409 vezes. O currículo é invejável. Ele é, ao lado de Zico, o jogador com mais títulos no Flamengo, com 42 taças no total.

Natural de João Pessoa, na Paraíba, mudou-se para o Rio ainda criança. Jogou no futebol de salão do Monte Líbano, até que chegou às categorias de base do clube da Gávea, descoberto nas peladas na areia da orla carioca. Na época, jogava como volante. Quando o técnico Cláudio Coutinho passou a comandar o Flamengo, em 1976, ele foi improvisado na lateral esquerda e agradou. Acabou sendo um dos protagonistas da Era de Ouro do Flamengo no futebol.

Com a camisa rubro-negra, Júnior foi seis vezes campeão carioca (1974, 1978, 1979, 1979 ((especial)), 1981 e 1991), quatro vezes campeão brasileiro (1980, 1982, 1983 e 1992) e conquistou a Libertadores e o Mundial Interclubes, ambos em 1981, ao lado de Zico, Adílio, Nunes, Andrade, Tita e outros.

A partir de 1979, passou a ser convocado com frequência para a Seleção Brasileira. Disputou a Copa do Mundo da Espanha, de 1982, e ficou marcado como um dos ícones da geração do futebol-arte, que encantou o planeta, mas não levou o título do Mundial.

Em 1984, transferiu-se para a Itália. Defendeu o Torino, de 1984 a 1987, e o Pescara, de 1987 a 1989.

Retornou ao Brasil e ao Flamengo em 1989, aos 35 anos, a pedido do filho, que nunca tinha visto o pai jogar pelo Rubro-Negro. E ainda teve fôlego não só para jogar e comandar a nova safra de jogadores rubro-negros, mas para conquistar títulos, como a Copa do Brasil de 1990, o Campeonato Carioca de 1991 e o Brasileiro de 1992. Na campanha de 1992, o Capacete, apelido que ganhou dos companheiros na época em que usava cabelo black power, Júnior foi titular, capitão, artilheiro do time com nove gols e também eleito o melhor jogador do campeonato pela CBF, levando a Bola de Ouro. Tudo isso aos 38 anos e, por isso, ganhou outro apelido: vovô garoto.

Pela Seleção, o maestro disputou, além da Copa de 1982, as Copas América de 1979 e 1983, e ainda o Mundial de 1986. Com a Amarelinha, foram 81 partidas e cinco gols, o mais famoso deles na Copa da Espanha, contra a Argentina, na vitória por 3 a 1.

Júnior encerrou a carreira como jogador em 1993, no Flamengo, e tentou engatar a de treinador e de dirigente, mas sem muito sucesso. Em 1994, foi observador da Seleção que foi tetracampeã mundial. Participou, posteriormente, de grandes conquistas da Seleção de futebol de areia, ao lado de Cláudio Adão e Zico. Atualmente, é comentarista de futebol.

Patrocinadora de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, a TIM homenageará até o fim de 2017 jogadores do passado dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, que, de forma geral, apresentaram os atributos “G” (Garra, Gênio, Gigante, Grandeza) quando atuavam. Periodicamente, contaremos um pouco da história destes craques e o motivo deles terem sido escolhidos. Afinal, os quatro maiores times cariocas merecem a maior cobertura 4G do Rio e as melhores histórias para serem compartilhadas.



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