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TIM 4G: Edinho, zagueiro com talento e raça

  •  Edinho (zagueiro e hoje comentarista)
    Edinho (zagueiro e hoje comentarista) Reprodução
  •  Edinho Fluminense
    Edinho Fluminense Foto: Ana Paula Albão
  •  Edinho Fluminense
    Edinho Fluminense Reprodução
  •  Edinho Fluminense
    Edinho Fluminense Reprodução
  •  Edinho Fluminense
    Edinho Fluminense Reprodução
  •  Edinho Fluminense
    Edinho Fluminense Reprodução
  •  Edinho
    Edinho (Foto: Divulgação/Fluminense)
  •  Edinho - Fluminense
    Edinho - Fluminense (Foto: Arquivo Lance!)
  •  Edinho - Fluminense
    Edinho - Fluminense (Foto: Arquivo Lance)
  •  Edinho  Flamengo
    Edinho Flamengo Reprodução
LANCE! - 11/07/2017 - 18:00
Rio de Janeiro
E MAIS:
Zagueiro técnico na antecipação e de muita raça. Entrou para a história do Fluminense ao marcar, numa cobrança de falta da intermediária, o gol do título do Campeonato Carioca de 1980 em cima do Vasco. Foi campeão brasileiro pelo Flamengo. Esteve em três Copas do Mundo. Edino Nazareth Filho, ou Edinho, como ficou conhecido, é um autêntico craque TIM 4G do passado e um dos homenageados pela TIM, patrocinadora dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro.

A identificação dele com a torcida do Fluminense começou muito cedo. Edinho ingressou nas categorias de base do clube com apenas 13 anos, em 1969. Aos 18, já estreava no time principal, fazendo parte do time que ganhou a alcunha de "Máquina Tricolor" nos anos de 1970. Com a camisa do clube das Laranjeiras, atuou 359 vezes, marcou 34 gols, e foi campeão estadual em 1975, 1976 e 1980.

Depois de sete anos como profissional no Tricolor, Edinho transferiu-se para a Udinese, da Itália, em 1982, atuando ao lado de Zico. Ficou na Europa por cinco anos, quando retornou ao Rio, dessa vez para defender o rival Flamengo, onde foi campeão brasileiro, em 1987. Na Gávea, atuou em 62 jogos e marcou quatro gols.
A carreira na Seleção Brasileira também começou cedo. Aos 20 anos, Edinho fez parte do time que conquistou a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de 1975, na Cidade do México. Esteve em três Copas: na de 1978, jogou improvisado como lateral-esquerdo; na de 1982, ficou no banco; e na de 1986, marcou um golaço nas oitavas de final contra a Polônia. Encerrou a passagem com a amarelinha em 1986, depois da Copa da França, com 87 jogos (28 pela Seleção olímpica e 59 pela principal).

O zagueiro defendeu ainda o Grêmio, onde foi capitão e ergueu a taça do título da primeira edição da Copa do Brasil de 1989. Pendurou as chuteiras em 1990, em um time amador de Toronto, no Canadá. No ano seguinte, começou nova carreira: a de treinador. E o pontapé inicial foi em casa, como técnico do Fluminense, conquistando, de cara, a Taça Guanabara daquele ano. Na nova função, Edinho passou por clubes como Atlético-PR, Joinville, Vitória, Portuguesa, Goiás, Flamengo, Botafogo, Bahia, Brasiliense (com o qual conquistou o Campeonato Brasileiro da Série B em 2004), Sport, entre outros. Após 20 anos como treinador, se tornou empresário e comentarista de futebol na TV.

Patrocinadora de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, a TIM homenageará até o fim de 2017 jogadores do passado dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, que, de forma geral, apresentaram os atributos “G” (Garra, Gênio, Gigante, Grandeza) quando atuavam. Periodicamente, contaremos um pouco da história destes craques e o motivo deles terem sido escolhidos. Afinal, os quatro maiores times cariocas merecem a maior cobertura 4G do Rio e as melhores histórias para serem compartilhadas.


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