TIM 4G: Donizete, o Pantera, ídolo de Botafogo e Vasco
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TIM 4G: Donizete, o Pantera, ídolo de Botafogo e Vasco

  •  Donizete "Pantera" pelo Vasco
    Donizete "Pantera" pelo Vasco (Foto: Reprodução)
  •  Donizete "Pantera" pelo Botafogo
    Donizete "Pantera" pelo Botafogo (Foto: Reprodução)
  •  Donizete "Pantera" pelo Vasco
    Donizete "Pantera" pelo Vasco (Foto: Reprodução)
  •  Donizete "Pantera" pelo Botafogo
    Donizete "Pantera" pelo Botafogo (Foto: Cleber Mendes/Lancepress!)
  •  Donizete "Pantera" pela Seleção
    Donizete "Pantera" pela Seleção (Foto: Daniel Augusto Jr.)
  •  1998 - Vasco - Barcelona Guayaquil (Donizete)
    1998 - Vasco - Barcelona Guayaquil (Donizete) Reprodução
  •  Donizete - Seleção Brasileira
    Donizete - Seleção Brasileira (Foto: Reprodução)
  •  Donizete - Vasco 1x0 River Plate - 1997 (Foto: Reprodução)
    Donizete - Vasco 1x0 River Plate - 1997 (Foto: Reprodução) Donizete - Vasco 1x0 River Plate - 1997 (Foto: Reprodução)
  •  Donizete - Vasco 4x3 São Paulo - 1998 (Foto: Reprodução)
    Donizete - Vasco 4x3 São Paulo - 1998 (Foto: Reprodução) Donizete - Vasco 4x3 São Paulo - 1998 (Foto: Reprodução)
  •  Donizete e Capurro - Vasco x Barcelona - 1998
    Donizete e Capurro - Vasco x Barcelona - 1998 VANDERLEI ALMEIDA / AFP
LANCE! - 29/11/2017 - 13:05
Rio de Janeiro
E MAIS:
Osmar Donizete Cândido, o Pantera, foi um atacante muito eficiente, que, nos bons tempos, não entregava os pontos até ver a bola no fundo da rede. Acreditava em todas as jogadas e fazia da força, da velocidade e da vitalidade os maiores trunfos. É um autêntico craque TIM 4G do passado e um dos homenageados pela TIM, patrocinadora dos quatro grandes clubes cariocas.

No Botafogo, clube que defendeu em três oportunidades na carreira (1989-90, 1995 e 2000-2001), ganhou o apelido que o marcou. Fez grande dupla de ataque com o centroavante Túlio na campanha que culminou com a conquista do Campeonato Brasileiro de 1995 e virou ídolo. No mesmo ano, foi convocado para a Seleção Brasileira e marcou um gol contra a Argentina, em pleno Monumental de Núñez.

Natural de Prados (MG), Donizete nasceu em 24 de outubro de 1968 e iniciou a carreira no Volta Redonda (RJ). Vice-campeão paulista com o São José em 1989, transferiu-se para o Botafogo e logo despertou o interesse do futebol mexicano. Foi para o Tecos (MEX), de Guadalajara, onde atuou de 1991 a 1995, e foi campeão nacional, com direito a fazer o gol do título e ser o artilheiro da temporada 1993/1994.

Retornou ao Alvinegro carioca e levantou a taça de campeão brasileiro, em 1995. No ano seguinte, saiu novamente do país, para defender o Verdy Kawasaki (JAP) - conquistando a Copa Kirin, em 1996 - e o Benfica (POR), em 1996/97.

De volta ao Brasil, foi contratado pelo Corinthians de 1997, que tinha uma parceria milionária com o Banco Excel e era dono do elenco mais caro do futebol brasileiro à época. No time do Parque São Jorge, Donizete voltou a formar dupla de ataque com Túlio. Conquistou o Paulistão daquele ano e, em dezembro, foi convidado pelo Cruzeiro a disputar a final do Mundial Interclubes, contra o Borussia Dortmund, da Alemanha, em Tóquio (JAP). Ele, o atacante Bebeto e o zagueiro Gonçalves foram emprestados e escalados como titulares no time mineiro. Mas, sem entrosamento com o restante da equipe, acabaram não rendendo. E o Cruzeiro foi derrotado por 2 a 0 na final.

Em 1998, o Pantera foi um dos heróis do Vasco na conquista da Libertadores no centenário do clube, com uma campanha fantástica. Donizete fez gols nas duas partidas da final, contra o Barcelona de Guayaquil, do Equador. Viveu a expectativa de ficar na lista final dos convocados para a Copa do Mundo de 1998, depois de ser chamado para nove jogos pelo técnico Zagallo nos três anos anteriores, mas acabou ficando fora.

Donizete defendeu ainda na carreira clubes como Palmeiras (2001), Tecos (novamente em 2003/2004), Guaratinguetá (2004), Macaé (2005) e Londrina (2006). No México, é chamado de Rei de Guadalajara.

Patrocinadora de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, a TIM homenageará até o fim de 2017 jogadores do passado dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, que, de forma geral, apresentaram os atributos “G” (Garra, Gênio, Gigante, Grandeza) quando atuavam. Periodicamente, contaremos um pouco da história destes craques e o motivo deles terem sido escolhidos. Afinal, os quatro maiores times cariocas merecem a maior cobertura 4G do Rio e as melhores histórias para serem compartilhadas.




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