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Livro sobre o título do Vasco da Copa do Brasil será lançado nesta terça

  •  Capa livro Copa do Brasil 2011
    Livro narra toda a campanha da conquista do Vasco da Copa do Brasil, em 2011 (Divulgação)
  •  Igor Serrano escritor
    Igor Serrano também já escreveu 'A turma é boa, é mesmo da fuzarca!' (Divulgação)
LANCE! - 15/05/2017 - 10:05
Rio de Janeiro (RJ)
Nesta semana, o torcedor do Vasco ganhará um motivo para lembrar com detalhes o título mais importante conquistado pelo Vasco nesta década. A partir das 19h (de Brasília) desta terça-feira, no Multifoco Bistrô, na Lapa, no Centro do Rio de Janeiro, o escritor Igor Serrano lança o livro 'Copa do Brasil 2011 – Norte e Sul deste país' (Editora Multifoco/Selo Drible de Letra). Colunista do LANCE!, André Schmidt, do Blog do Garone, assina a orelha da obra.

Segundo livro de Igor, que tem 28 anos e já escreveu 'A turma é boa, é mesmo da fuzarca!', com crônicas de partidas que aconteceram entre 2007 e 2013, a nova obra narra toda a campanha do time campeão, desde o início da montagem do elenco, ainda em 2010, passando por todos os jogos da competição até a final. Conta ainda com imagens de todos os uniformes utilizados, além de entrevistas com nomes importantes da conquista, como o atacante Eder Luis, autor do gol do título, os volantes Rômulo e Fellipe Bastos, e os técnicos Ricardo Gomes e Cristóvão Borges.

O L! conversou com Igor Serrano a respeito da motivação que o levou a contar detalhes da campanha vencedora da equipe comandada pelo técnico Ricardo Gomes, que tinha, entre os titulares, os seguintes heróis: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins, Ramon, Eduardo Costa, Rômulo, Felipe, Diego Souza, Eder Luis e Alecsandro.

CONFIRA A ENTREVISTA COM IGOR SERRANO

O que o motivou a escrever sobre o título de 2011, o primeiro da Copa do Brasil do Cruz-Maltino?

Eu sentia que eu tinha uma dívida de gratidão com aquela equipe do Vasco, conhecida como Trem-Bala da Colina. Não só pelo título inédito da Copa do Brasil de 2011, que nos tirou de uma seca de oito anos sem uma conquista relevante, mas também pelo que me proporcionou a nível pessoal.

Pode nos contar um pouco mais sobre o processo criativo do livro?

Na época eu estava morando em Brasília e passando por um momento extremamente delicado na minha vida pessoal, com a minha mãe enfrentando uma dura batalha contra um câncer (felizmente, saiu vencedora). Os jogos do Vasco faziam parte das poucas coisas que me animavam. O título me trouxe alegria e felicidade absurdas em um momento que precisava. Me fez voltar a sorrir em tempos difíceis. Assim, aquele time do Vasco jamais poderia ser esquecido. Tanto na minha memória quanto para as gerações futuras. O livro surgiu então como uma forma de pagar essa dívida de gratidão: eternizar o Trem-Bala da Colina.

E em relação a personagens do título, que foi conquistado com vitórias sobre Comercial-MS, ABC, Náutico, Atlético-PR, Avaí e Coritiba (nesta ordem)?

Uma parte do livro é dedicada somente a entrevistas, para que o leitor possa ter contato com personagens que de alguma forma participaram da conquista. Assim, entrevistei jogadores (Eder Luis, autor do gol do título, Rômulo e Fellipe Bastos), comissão técnica (Ricardo Gomes e Cristóvão Borges), imprensa (Luiz Penido - que narrou a final na época pela Rádio Tupi - e o Alex Calheiros do programa Pop Bola), sócios do clube (um proprietário e um geral) e MC Charles, que criou o funk "Trem-Bala da Colina" (trilha sonora da conquista e coreografia de alguns dos gols).

Gostaria de ter entrevistado um número maior de atletas do elenco campeão, mas o contato pouco receptivo de alguns assessores me desanimou e aí mantive apenas esses três mesmo. Aliás, as entrevistas ficaram ótimas.

E nas finais (vitória do Vasco por 1 a 0 na ida e, na volta, derrota por 3 a 2), onde você estava e como foi a sensação de soltar o grito de campeão depois de longo jejum?

Assisti às finais em casa. No primeiro jogo, dois amigos me fizeram companhia. Mas no segundo acabei assistindo sozinho mesmo. Quer dizer, sozinho, não. Tinha meu pai, torcedor do rival, secando horrores. Devo ter acordado metade da vizinhança quando o jogo acabou. Abri a janela e dei um berro com meia dúzia de palavrões, engasgados por oito anos, além, é claro, de "É CAMPEÃO!!!".

No dia seguinte, dei uma trolada na galera do trabalho (que passou a semana inteira entre os dois jogos das finais me provocando). Cheguei mais cedo e coloquei um pôster do Vasco Campeão da Copa do Brasil 2011 na mesa de cada um. Difícil dizer o que foi melhor: o grito de campeão ou a cara da torcida arco-íris do trabalho quando deram de cara com os pôsteres.

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