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TIM 4G: Garrincha, mas pode chamar de Gênio

  •  Garrincha - Botafogo
    Garrincha - Botafogo (Foto: Reprodução)
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    Garrincha - Botafogo (Foto: Reprodução)
  •  Garrincha - Botafogo
    Garrincha - Botafogo (Foto: Reprodução)
  •  Garrincha - Botafogo
    Garrincha - Botafogo (Foto: Reprodução)
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    Garrincha - Botafogo (Foto: Reprodução)
  •  Garrincha - Botafogo
    Garrincha - Botafogo (Foto: M. Soares / Ag. O Globo / Arquivo Lance!)
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    Garrincha - Botafogo (Foto: Arquivo Lance!)
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    Garrincha - Botafogo (Foto: M. Soares / Ag. O Globo / Arquivo Lance!)
LANCE! - 12/05/2017 - 16:09
Rio de Janeiro
Gênio. É a palavra que melhor define os dribles, as jogadas, a irreverência e a simplicidade de Manoel dos Santos, que também respondia por alcunhas como "Alegria do Povo", "Mané", "Anjo das Pernas Tortas" ou, simplesmente, Garrincha. A genialidade do maior ponta-direita do futebol mundial, por si só, já seria suficiente para ele ser o primeiro escolhido como craque TIM 4G, patrocinadora do Botafogo. Mas ele teve  outros atributos “G” quando atuava.

Garrincha ganhou este apelido porque era o nome do passarinho que costumava caçar na infância em Pau Grande, distrito de Magé, no Rio de Janeiro. Um dos maiores ídolos do Botafogo, onde atuou entre 1953 e 1965, ele foi o legítimo representante do futebol-arte e moleque, que encantou multidões, até mesmo os seus algozes marcadores, uma legião de vítimas que também tinha um apelido próprio: eles eram todos "Joões". A missão deles era ingrata, pois sabiam que o drible era inevitável.

Para o Gênio das Pernas Tortas, de jogadas desconcertantes, de jeito humilde e simplório, o drible não era apenas um caminho em direção ao gol. Era a razão do futebol. Herói da Copa do Mundo de 1962, na Suécia, quando foi eleito o melhor jogador da competição, Garrincha disputou ainda os Mundiais de 1958 e 1966. Na campanha do bi, em 1962, depois que Pelé sofreu uma lesão e saiu do time, ele tomou para si a responsabilidade e foi Gigante, outro dos atributos do TIM 4G. Acabou expulso na semifinal contra o Chile, depois de responder a uma cusparada e a um tapa no rosto com um pontapé no adversário Eládio Rojas. Graças a uma manobra nos bastidores, conseguiu jogar a final, conta a Tchecoslováquia e trouxe a segunda Jules Rimet para o Brasil.

Morreu no Rio de Janeiro, em 20 de janeiro de 1983, vítima de cirrose hepática. Em 1998, foi escolhido, em votação de jornalistas do mundo inteiro, para a seleção de todos os tempos da Fifa.

Um dos maiores astros do time da Estrela Solitária, Garrincha teve passagens discretas por Corinthians, Portuguesa-RJ, Atlético Júnior (Colômbia), Flamengo e Olaria. Os principais títulos na carreira foram a Copa do Mundo (1958 e 1962), o Campeonato Carioca (1957, 1961 e 1962) e o Rio-São Paulo (1962, 1964 e 1966).

Patrocinadora de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, a TIM homenageará até o fim de 2017 jogadores dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro das décadas de 70, 80 ou 90, que, de forma geral, apresentaram os atributos “G” (Garra, Gênio, Gigante, Grandeza) quando atuavam. Periodicamente, contaremos um pouco da história destes craques do passado e o motivo deles terem sido escolhidos. Afinal, os quatro maiores times cariocas merecem a maior cobertura 4G do Rio e as melhores histórias para serem compartilhadas.




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