Cinco jogadores lideram negociações com a diretoria do Santos sobre reduções salariais
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Cinco jogadores lideram negociações com a diretoria do Santos sobre reduções salariais

Sánchez e Pará
Sánchez e Pará são dois dos cinco jogadores que têm negociado com a diretoria santista (Foto: Ivan Storti/Santos FC)
Fábio Lázaro - 15/05/2020 - 06:00
Santos (SP)
Um grupo de cinco jogadores do Santos tem colocado-se à frente das negociações com a diretoria envolvendo as reduções salariais durante pandemia do novo coronavírus. São eles: Éverson, Pará, Luiz Felipe, Carlos Sánchez e Marinho.

Embora sejam linha frontal nos contatos com a direção, eles têm o consentimento do plantel para responder em relação aos interesses gerais dos atletas santistas. O alinhamento entre eles têm sido constante, tanto que alguns foram pego de surpresa com o corte de 70% dos vencimentos referente a abril, comunicado pelo presidente José Carlos Peres, via e-mail, na última terça-feira, pois acreditavam que já estava firmado um acordo de redução salarial de 30%, indicado em conversas entre os atletas à frente da situação e membros da cúpula santista há cerca de um mês.

O Diretor Técnico de Futebol do Santos, William Thomas, tem mediado, através de grupos de comunicação, os interesses, tanto dos jogadores, quanto da diretoria. Contudo, na última semana foi passado ao elenco a medida de redução de 70% dos vencimentos, que foi negada pelos atletas. Aguardou-se, portanto, até a noite de quinta-feira para buscar um denominador comum, o que não aconteceu.


Na esperança de convencer o plantel, o Peixe segurou em três dias o pagamento dos salários referentes a abril, que só foram depositados na terça-feira, com o corte de 70% no ganho dos integrantes do elenco profissional de futebol, em decisão tomada de forma unilateral.

Conforme o LANCE! apurou, pessoas ligadas à direção tem interpretado a postura de alguns integrantes da liderança citada como “estrelismo”, entendendo que a negação do corte de 70% dos salários visa colocar o futebol acima do setor administrativo. Enquanto isso, alguns jogadores já têm procurado respaldo jurídico, de forma individual, para lidarem com a situação.

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