Conquistas, legado e idolatria: o retrospecto de Felipão na China
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Conquistas, legado e idolatria: o retrospecto de Felipão na China

  •  Felipão no Guangzhou Evergrande
    Felipão no Guangzhou Evergrande (Foto: Reprodução)
  •  Felipão no Guangzhou Evergrande
    Felipão no Guangzhou Evergrande (Foto: Divulgação)
  •  Felipão no Guangzhou Evergrande
    Felipão no Guangzhou Evergrande (Foto: Reprodução)
  •  Felipão no Guangzhou Evergrande
    Felipão no Guangzhou Evergrande (Foto: Reprodução)
  •  Felipão no Guangzhou Evergrande
    Felipão no Guangzhou Evergrande (Foto: Reprodução)
  •  Felipão no Guangzhou Evergrande
    Felipão no Guangzhou Evergrande (Foto: Divulgação)
  •  Felipão no Guangzhou Evergrande
    Felipão no Guangzhou Evergrande (Foto: Reprodução)
LANCE! - 27/07/2018 - 14:06
São Paulo (SP)
Luiz Felipe Scolari foi o nome escolhido pela diretoria do Palmeiras para comandar a equipe até o fim de 2020. O último trabalho do treinador foi à frente do Guangzhou Evergrande, da China, onde conquistou sete títulos e deixou seu nome marcado na história do clube. Foram três temporadas no futebol asiático e uma estabilização do Guangzhou como uma potência do futebol chinês.

Marcado pela humilhante derrota para a Alemanha, por 7x1, na Copa do Mundo de 2014, Felipão chega ao Verdão sob algumas desconfianças. Mas, se analisarmos o seu último trabalho como treinador, o torcedor alviverde não tem grandes motivos para se preocupar. Foram 113 jogos, 70 vitórias, 28 empates, apenas 15 derrotas e um aproveitamento de quase 70% na China. Para detalhar essa campanha, o LANCE! mostra títulos, jogadores que ficaram na história do clube e o legado que Felipão deixou no país oriental. Confira a seguir.

Títulos
Scolari assumiu o comando do Evergrande no momento mais competitivo da Liga. Grandes jogadores chegavam para atuar no futebol local e as equipes começaram a mudar de patamar. Mesmo com o alto nível, Felipão conquistou sete títulos à frente do Guangzhou Evergrande. São eles: três campeonatos chineses seguidos (2015, 2016 e 2017), uma Liga dos Campeões da AFC (2015), uma copa da China (2016) e duas Supercopas da China (2016,2017).



Sem dúvidas a passagem do técnico brasileiro pelo clube ficará marcada pela conquista da Champions League da Ásia em 2015, a vitória contra o América do México, nas quartas de final do Mundial de Clubes da Fifa e a predominância de sua equipe na parte de cima da tabela da principal liga do país.

Jogadores que se tornaram ídolos da equipe
Sob o comando do treinador, o Guangzhou contou com a chegada e evolução de dois grandes nomes: Paulinho e Ricardo Goulart, ambos seguem fazendo história no clube.

Eleito por dois anos consecutivos o melhor jogador do Campeonato Chinês, o atacante Ricardo Goulart já soma 139 jogos e 91 gols marcados pelo Evergrande. Além de sete títulos conquistados e outros prêmios individuais, como a artilharia da Liga em 2016 e do clube na temporada do mesmo ano.

Já o volante Paulinho, autor de gols importantes pelo clube, atuou 96 vezes pelo time e marcou 28 vezes. Durante esse período (2015-2017), conquistou seis títulos e as boas atuações em solo asiático, junto com as convocações para a Seleção Brasileira, despertaram o interesse de grandes clubes europeus. O jogador acabou negociando com o Barcelona, clube que defendeu por pouco menos de uma temporada, até acertar o seu retorno para o Guangzhou.

Vale destacar que Felipão conseguiu extrair o máximo de todo seu elenco, fazendo com que seus atletas evoluíssem ao ponto de ser tornar a base da seleção da China.

Legado na China
Felipão chegou ao Evergrande em 2015, assumindo a vaga deixada por Fábio Canavarro, e levou uma equipe comum no cenário do futebol asiático a alcançar outro patamar e se consolidar como o maior da China.

O legado de Luis Felipe Scolari na Ásia pode ser traduzido em números expressivos, que se assemelham ao desempenho do treinador campeão da Copa do Mundo de 2006 e ídolo do clube chinês, Marcello Lippi, que conquistou cinco títulos em duas temporadas, somando 124 jogos, 82 vitórias, 22 empates e 20 derrotas. Resultados que o credenciaram a assumir a seleção chinesa.

Como citado no início do texto, o técnico brasileiro chegou ao futebol da China em um momento em que a Liga estava evoluindo financeiramente e as equipes se reforçando cada vez mais, deixando a competição mais competitiva. E mesmo com esses fatores, Felipão conseguiu erguer sete taças em três temporadas, fazendo com que a equipe apresentasse um bom futebol e se consolidasse como a maior potência do futebol chinês.


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