Veja 'medalhões' que assinaram contrato de produtividade no Brasil
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06/09/2018 | 13:48

Veja 'medalhões' que assinaram contrato de produtividade no Brasil

  •  Kleber Gladiador - Coritiba
    Após rescindir com o Coritiba, Kleber Gladiador está perto de ser anunciado como reforço do São Bento. Nesta segunda-feira, o jogador aceitou um contrato de produtividade proposto pelo Azulão e atuará na equipe até novembro com a possibilidade de extensão do vínculo caso tenha um bom desempenho. De acordo com a cláusula, Kleber vai receber salário mensal em torno de R$ 60 mil, que será somado às premiações por objetivos alcançados. (Foto: Giuilherme Artigas/Fotoarena/Lancepress!)
  •  Luis Fabiano
    O bom filho à casa torna. Relevado na base da Ponte Preta, Luis Fabiano está perto de concluir sua volta à equipe campineira, onde realiza trabalho de recuperação de uma lesão no joelho desde abril deste ano. De acordo com o UOL Esportes, se o atacante assinar a oferta com cláusulas de produtividade, ele atuará na Macaca até dezembro de 2018. Divulgação
  •  Ricardo Oliveira Santos / Atlético-MG
    Antes de se tornar peça-chave no Atlético-MG, Ricardo Oliveira teve sua segunda passagem pelo Santos findada com um contrato de produtividade encerrado em dezembro de 2017. Com o acordo, o atacante tinha salário fixo de R$ 150 mil mensais, que chegava a R$ 200 mil com bonificações. No Galo, o contrato do jogador também possui variáveis, que contemplam produtividade (número de jogos), metas individuais (gols e assistências) e buscas coletivas, como vitórias, títulos e vaga na Libertadores. Para atuar na equipe mineira, o camisa 9 recebe salário de R$ 250 mil, que pode chegar a R$ 400 mil com as premiações. Lance!
  •  Conca - Flamengo
    A princípio, o Flamengo viu uma oportunidade em fechar negócio com Conca. Para contratá-lo por empréstimo de janeiro até dezembro de 2017 junto ao Shanghai SIPG, o clube ofereceu suas instalações para que o meia se recuperasse de uma lesão sofrida em agosto de 2016 e passou a arcar com os salários só quando ele voltou a atuar. Entretanto, Conca jogou apenas 27 minutos e custou R$ 2,5 milhões aos cofres rubro-negros, sendo devolvido ao clube chinês no final do período. (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
  •  Juninho Pernambucano - Treino do Vasco (Foto: Bruno de Lima/ LANCE!Press)
    Juninho Pernambucano retornou ao Vasco em 2011 e ele mesmo propôs um contrato de produtividade com o clube mesmo tendo oferta de R$ 250 mil mensais fixos. Na renovação contratual, ficou acertado que o jogador teria a base de R$ 50 mil por partida jogada, além de um bônus de R$ 10 mil por gol marcado, já que ele havia ficado fora de diversas partidas no ano anterior. Juninho Pernambucano - Treino do Vasco (Foto: Bruno de Lima/ LANCE!Press)
  •  Negueba (Foto: Divulgação/Site do Coritiba)
    Sem valores revelados, Guilherme Negueba assinou com o Coritiba, em 2015, um contrato de produtividade com validade de dois anos. Porém, em 2016, o jogador foi transferido para o Grêmio em uma troca envolvendo o volante e zagueiro Edinho. Negueba se destacou no último clássico entre Coritiba e Atlético-PR (Foto: Divulgação/Site do Coritiba)
  •  Adriano Corinthians, São Paulo e CAP
    Após assinar vínculo de produtividade com o Corinthians em 2011, Adriano "Imperador" seguiu o mesmo modelo de contrato ao se transferir para o Flamengo em agosto de 2012, com acordo até dezembro do mesmo ano. Apesar de não ter valores divulgados, o contrato do jogador com o Rubro Negro envolveu salário fixo abaixo da média do clube e bonificação com base na produtividade dos jogos disputados e gols marcados. Em 2014, Adriano foi envolvido em mais um contrato de produtividade, com o Atlético-PR. Além das premiações por desempenho, o jogador também lucrava com a venda com camisas e patrocínios trazidos. De acordo com a jornalista Nadja Mauad, o salário do jogador no Furacão chegava a R$ 100 mil, além da casa alugada pelo mesmo em Curitiba. Porém, Adriano faltou dois dias de treino sem explicações e foi desligado do clube. AFP
  •  Palmeiras - 2008 -,  Denilson
    Em fevereiro de 2008, Denílson acertou sua transferência para o Palmeiras com um contrato de produtividade que durou até o final do ano e estabelecia um salário mensal fixo acrescido de acordo com o número de partidas em que ele jogar ou for relacionado para o banco de reservas. Não foi levado em conta o número de gols ou assistências que ele fez. Tom Dib/Lancepress
  •  Felipe Melo tem recebido críticas de alguns torcedores, mas quer renovar com o Palmeiras
    Em janeiro de 2017, Felipe Melo assinou contrato de três temporadas com o Palmeiras. No acordo estabelecido, o jogador passou a ganhar R$ 350 mil como salário fixo com vencimento variável de acordo com sua produtividade, que poderia chegar a R$ 120 mil, segundo o Portal O Dia. Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação
  •  Ronaldinho Gaúcho - Atlético-MG
    Ronaldinho Gaúcho assinou três contratos de produtividade com o Atlético-MG. Apesar de não ter valores revelados, o jogador recebia por assistências, gols, vitórias e títulos, chegando a faturar mais que o dobro do valor previamente acordado. Além disso, Ronaldinho também recebia um valor referente a venda dos produtos do clube que levavam seu nome. Ronaldinho Gaúcho - Atlético-MG (Foto: Divulgação)
  •  Fred
    Em 2016, Fred assinou contrato com cláusula de produtividade com o Atlético-MG que se encerraria em 2018. Nele, ficou determinado que o jogador receberia salário fixo de R$ 500 mil mensais e mais os adicionais por conquistas pelo clube. Além disso, o Galo também herdou a dívida de cerca de R$ 5 milhões que o Fluminense mantinha com o jogador. De acordo com o Blog do Marcel Rizzo, em dezembro de 2017, o jogador já recebia cerca de R$ 700 mil pelo clube. Contrato de Fred com o Galo previa multa caso se transferisse para o rival (Foto: Bruno Cantini/ Atlético-MG)
  •  Bernardo (Divulgação / Coritiba)
    Após envolvimento em diversos casos polêmicos e de indisciplina, Bernardo foi contratado pelo Coritiba em 2016 com um acordo envolvendo cláusula de produtividade, que também poderia ser renovado a cada temporada ou encerrado a qualquer momento em caso de indisciplina. Apesar de ter chegado sobre a expectativa de ser um dos principais atletas do time, Bernardo não conseguiu se firmar e deixou Curitiba ao final da temporada 2017. Bernardo (Divulgação / Coritiba)
  •  Thiago Neves
    Apesar de não ter assinado um contrato diretamente ligado a sua produtividade, uma cláusula ligada ao fator melhorou a vida do meia, que já recebia o salário fixo de R$ 750 mil mensais, mais R$ 56 mil em luvas e ainda conta com o bônus de R$ 2,4 milhões se jogar 40 partidas por temporada. Foto: Vinnicius Silva / Cruzeiro
  •  Rodrigo Moledo
    Após treinar no CT do Internacional durante alguns meses entre 2014 e 2015, Rodrigo Moledo assinou contrato de produtividade com o clube até dezembro do mesmo ano, mas não chegou a disputar partidas. Mesmo assim, o jogador teve vínculo renovado por mais seis meses, porém só atuou no time B. Em 2018, o Rodrigo Moledo retornou ao Beira-Rio após assinar pré-contrato no início do ano e se tornou um dos destaques da defesa colorada ao longo da temporada. Divulgação Internacional


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