Flu sem o Maracanã: os prós, contras e números das outras possíveis casas
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Flu sem o Maracanã: os prós, contras e números das outras possíveis casas

Fluminense x Vitória - Maracanã
Fluminense será mandante contra Grêmio, Paraná e Deportivo Cuenca (EQU) (Foto: Marcello Neves)
Marcello Neves - 11/09/2018 - 14:10
Rio de Janeiro (RJ) 
O Maracanã será fechado para reformar. A decisão foi tomado pela empresa que administra o gramado do estádio, que fechará o estádio para realizar uma reforma geral no principal alvo de reclamação de jogadores, técnicos e dirigentes. Com isso, o Fluminense será prejudicado em duas partidas onde seria mandante: contra Grêmio e Paraná, pelo Brasileirão. 

O Tricolor costurou um acordo para mandar a partida pela Sul-Americana no estádio, mas os duelos pelo Campeonato Brasileiro serão realocados. Com isso, o LANCE! montou uma tabela com as opções de "novas casas", seus prós, contras e aproveitamento. Confira!  

Estádio Nilton Santos

PRÓS: Estádio com capacidade para 45 mil torcedores. Pode ser usado no Brasileirão. Conta com uma linha de trem próxima das entradas. É conhecido pela torcida e tem a simpatia de muitos, pois o Fluminense foi bicampeão brasileiro atuando no estádio.

CONTRAS: Valor do aluguel cobrado pelo Botafogo é considerado alto por parte do Fluminense. Também houveram alfinetadas recentes entre os presidentes dos clubes, principalmente pela divisão 90/10 entre as torcidas no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro cobrou R$ 200 mil nas partidas contra Flamengo e Vasco, em 2018. 

APROVEITAMENTO: 55.66% (103 jogos, 47 vitórias, 31 empates e 25 derrotas) 

Nilton Santos
Niltão é a cada do Botafogo (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo) 
Estádio de São Januário

PRÓS: Proximidade parecida com a do Maracanã em termos de deslocamento. Aluguel mais barato que o Nilton Santos. Pode ser usado no Brasileirão. Foi utilizado pelo clube anteriormente em competições internacionais quando o Maracanã estava fechado. 

CONTRAS: A alta rivalidade entre Fluminense e Vasco quando Eurico Miranda era presidente fez qualquer conversa entre os clubes ser praticamente inviável. Com Alexandre Campello no comando, a história pode ser diferente. Capacidade para apenas 21 mil torcedores. Gramado é considerado pesado. 

APROVEITAMENTO: 58.17% (200 jogos, 103 vitórias, 40 empates, 57 derrotas)

São Januário
São Januário é o estádio do Vasco (Foto: David Nascimento)
Estádio Giulite Coutinho

PRÓS:
Considerado um "pequeno caldeirão" pela proximidade das arquibancadas com o campo. Custo para atuar no local é baixo. Fluminense conhece bem o estádio pois atuou bastante no local em 2016 e 2017. Está apto a receber jogos do Campeonato Brasileiro. 

CONTRAS: A distância para a cidade do Rio de Janeiro coloca o fator deslocamento em conta. A capacidade também deixa a desejar, pois só poderia receber 14 mil torcedores. Acordo com o América-RJ não foi renovado. 

APROVEITAMENTO: 59.05% (35 jogos, 18 vitórias, 8 empates e 9 derrotas)

Giulite Coutinho (Foto: Divulgação/América)
Giulite Coutinho é do América-RJ (Foto: Divulgação/América)
Estádio Raulino de Oliveira

PRÓS: Fluminense tem alta quantidade de torcedores na região, o que poderia originar um cenário propício. Gramado é considerado bom, o que facilitaria o estilo de jogo do clube. Está apto a receber partidas do Campeonato Brasileiro.

CONTRAS: A distância longa para a cidade do Rio de Janeiro coloca o fator deslocamento em conta. O público nos últimos jogos do estádio tem sido bastante baixo. 

APROVEITAMENTO: 62.12% (110 jogos, 60 vitórias, 25 empates e 23 derrotas)


Raulino de Oliveira
Raulino de Oliveira é do Volta Redonda (Foto: Reprodução/Twitter)
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