Com Marcão efetivado, Flu mira a permanência de atletas para 2020
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Com Marcão efetivado, Flu mira a permanência de atletas para 2020

elenco do Fluminense - CTPA
Muitos destes jogadores não devem permanecer no Fluminense (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)
Joel Silva - 05/10/2019 - 08:00
Rio de Janeiro (RJ)
A efetivação de Marcão como técnico do Fluminense indica que o clube já pensa no futuro, porém não tão distante assim. O consenso da diretoria é de que o antigo auxiliar permanente seja o treinador "enquanto entenderem que ele possa ser", palavras do diretor executivo de futebol, Paulo Angioni. Portanto, até dezembro, levando em consideração os resultados. No entanto, para 2020, além do comandante, o Tricolor precisa tentar manter o elenco.

Do time titular que entrou em campo diante do Grêmio, no último domingo, no Maracanã, apenas Muriel, Ganso e Nenê possuem contrato para o ano que vem. Daniel e Yony estarão livres a partir de dezembro e até agora não há definição sobre uma renovação. De acordo com Paulo Angioni, a tendência é que com o meia, o desfecho seja favorável. Quanto ao colombiano, a situação está mais complicada.

- Vou procurar o empresário do Daniel para a assinatura da renovação. Vamos resolver no máximo hoje. Quanto ao Yony, fizemos uma proposta e não obtivemos resposta, portanto não houve avanço nenhum. O pai dele disse que queria resolver mais para o final da temporada. Vamos aguardar.



Apesar de ter contrato com o Fluminense até 30 de junho de 2021, João Pedro não vai permanecer. Negociado com o Watford, da Inglaterra, o atacante completou 18 anos no último dia 26 e vai se apresentar ao novo clube em janeiro. A cobrança por parte de torcedores após a vitória diante do Grêmio, em um restaurante na Tijuca, aborreceram bastante os familiares do jogador, diminuindo consideravelmente as chances de um possível empréstimo até o meio de 2020.

TABELA
Confira a classificação do Campeonato Brasileiro


O restante dos jogadores estão emprestados até o fim do ano e cada um possui uma peculiaridade. Gilberto pertence a Fiorentina, da Itália e já foi cedido ao futebol brasileiro nas últimas três temporadas, uma para o Vasco e duas para o Fluminense. O mau momento em campo, somado com a perseguição de torcedores, faz com que a permanência seja uma incógnita.

Allan e Caio Henrique também estão emprestados por clubes europeus, Liverpool e Atlético de Madrid respectivamente, porém o Fluminense já demonstrou interesse em renovar os contratos. Por conta do bom desempenho, rendendo inclusive convocações para a Seleção Olímpica, os jogadores estão valorizados e é com esse argumento que o clube pretende dobrar os europeus.

Já Yuri e Nino são do futebol brasileiro. O volante, que tem contrato com o Santos, agradou e o Fluminense estuda a estensão do vínculo, porém vai depender se Jorge Sampaoli vai continuar no Peixe. Caso fique, a tendência é liberar o jogador novamente. Quanto ao zagueiro, que pertence ao Criciúma, deve ficar mediante ao pagamento de R$ 5 milhões por 50% dos direitos econômicos. Por ter se valorizado, o clube catarinense não pensa em um novo empréstimo, uma vez que deseja lucrar com o atleta.

Joia em compasso de espera

Além dos jogadores do elenco profissional, o Fluminense está tendo dificuldade em renovar o contrato de jogadores da base. O atacante Evanilson, artilheiro do Brasileiro Sub-20 com 11 gols, tem contrato até 29 de fevereiro de 2020, podendo inclusive assinar um pré-contrato. Paulo Angioni afirmou que está tentando um acordo, porém deu a entender que está um pouco complicado.

- O Fluminense está se esforçando muito para renovar com o Evanilson. Ele está integrado aos profissionais e joga na base. Estamos buscando um entendimento. Oferecemos um contrato maior e seguimos conversando.

Evanilson foi relacionado pela primeira vez na temporada justamente no domingo, contra o Grêmio. A tendência é que o atacante ganhe oportunidades nas próximas rodadas.


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