Cruzeiro nomeia filho de Zezé Perrella para vice-presidência institucional
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Cruzeiro nomeia filho de Zezé Perrella para vice-presidência institucional

Gustavo Perrela é fllho do ex-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrela, além de ter sido deputado estadual em Minas Gerais entre 2011 e 2015
Gustavo Perrela é fllho do ex-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, além de ter sido deputado estadual em Minas
Valinor Conteúdo - 08/03/2019 - 17:40
Belo Horizonte
O Cruzeiro terá mais um membro da família Perrella em cargos diretivos no clube. Após a eleição de Zezé Perrella para o Conselho Deliberativo da Raposa, o seu filho, o ex-deputado estadual Gustavo Perrella, será um dos vice-presidentes do time celeste. Gustavo será o encarregado dos assuntos institucionais do Cruzeiro, representando o clube na CBF, onde também exerce cargo como diretor de desenvolvimento e projetos e na Conmebol.

A informação foi noticiada pelo Repórter Arthur Morais, da Rádio Super, e confirmada pelo LANCE!. Gustavo Perrella já dará expediente na sede administrativa do clube mineiro, que fica no bairro Barro Preto, região central de BH. Apesar de ter um cargo com menos influência interna no Cruzeiro, a tendência é que Gustavo assuma a segunda vice-presidência da Raposa em um possível segundo mandato de Pires de Sá, ficando apenas abaixo do presidente Wagner Pires de Sá.

A primeira missão oficial de Perrella foi acompanhar o Cruzeiro na Argentina para o duelo da primeira rodada da fase de grupos da Libertadores, contra o Huracán, em Buenos Aires.


E MAIS:
Gustavo Perrella tem 35 anos e foi deputado estadual em Minas entre 2011 a 2015, além de exercer o cargo de Secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, órgão do Ministério do Esporte, entre junho de 2016 e dezembro de 2017, na gestão de Michel Temer.

Mesmo com cargos de notória visibilidade, o que deixou Gustavo famoso no Brasil foi o caso do helicóptero de sua empresa que carregava cerca de 445kg de cocaína em 2013, em voo no Espírito Santo.

A Polícia Federal apreendeu a aeronave na época, abriu investigação sobre Gustavo e seu pai, Zezé, Senador da República à época, mas segundo a PF, não houve evidências de crime ligado aos dois, o que não gerou qualquer processo ou punição judicial.




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