Dívidas na FIFA podem levar o Cruzeiro à Série C, diz presidente do conselho gestor do clube
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Dívidas na FIFA podem levar o Cruzeiro à Série C, diz presidente do conselho gestor do clube

Saulo Fróes diz que teme até outro rebaixamento da Raposa caso as dívidas na FIFA estejam quitadas
Saulo Fróes diz que teme até outro rebaixamento da Raposa caso as dívidas na FIFA estejam quitadas-(Bruno Haddad/Cruzeiro)
Valinor Conteúdo - 31/01/2020 - 05:10
Belo Horizonte
O presidente do conselho gestor do Cruzeiro, Saulo Fróes, revelou um temor que pode afetar diretamente o clube por conta das dívidas que a Raposa ainda possui na FIFA, cerca de R$ 60 milhões que precisam ser pagos até o dia 1º de abril: queda para a Série C do Campeonato Brasileiro. O dirigente também comentou sobre o trabalho para colocar em dia a folha salarial do clube azul.

Os débitos são referentes aos processos que o Cruzeiro sofreu na entidade de credores e perdeu, sendo obrigado a quitar o valor para evitar punições esportivas.
- Estamos negociando com os bancos, quase todos conseguimos, mas o maior problema hoje é a dívida da Fifa, que é de R$ 60 milhões, no dia 1º de abril. Esse estamos focando para resolver. (Se não pagar)vai para Terceira Divisão e ainda perde seis pontos. Isso pode acontecer- disse Fróes em entrevista no Troféu Guará, promovido pela Rádio Itatiaia.

Com o prazo curto para levantar recursos, Saulo Fróes diz trabalhar em estratégias para conseguir obter o dinheiro a tempo e evitar um problema maior.


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- Vamos ter que nos virar. Não temos a mínima ideia agora, completa, do que vamos fazer. Estamos com algumas estratégias, que ainda não podemos revelar, e estamos vendo se serão viáveis.

Dívidas tributárias e Profut também em pauta


O presidente do conselho gestor da Raposa, Saulo Fróes, comentou durante o evento sobre os problemas fiscais que o Cruzeiro vive, com altas dívidas tributárias que, se não forem ajustadas podem tirar o clube do Profut (Programa de Modernização da Gestão de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro), aumentando e muito os débitos fiscais da Raposa.

- A situação é realmente muito delicada, muito perigosa. Vamos tentar resolver. Sexta-feira estamos indo em Brasília justamente para tentar iniciar um processo e mostrar que hoje a cara do Cruzeiro é outra. É outro Cruzeiro. Aquele que não tinha credibilidade perante ao governo acabou. Fomos, inclusive, convidados a ir lá.


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