Para técnico do Galo, derrota diante do Bahia foi 'risco calculado'
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Para técnico do Galo, derrota diante do Bahia foi 'risco calculado'

Atlético-MG x Bahia
Tricolor de Aço superou o Galo em pleno Independência neste sábado de manhã- (Foto: Divulgação/Twitter)
Valinor Conteúdo - 24/08/2019 - 16:47
Belo Horizonte
A derrota do Galo para o Bahia por 1 a 0 na manhã deste sábado, 24 de agosto, no Independência, não foi bem recebida pelos torcedores, mas estava em uma “conta” feita pelo técnico alvinegro, Rodrigo Santana. O treinador do time mineiro disse que o risco de poupar o time titular estava calculado e assumiu a responsabilidade por ter optado por uma equipe reserva contra os baianos.

A opção de Santana foi pensando no jogo de volta das quartas de final da Copa Sul-Americana, terça-feira, 27, diante do La Equidad-COL. Como o Atlético-MG venceu por 2 a 1 e o gol fora de casa permite que o time colombiano possa se classificar com uma vitória simples por 1 a 0, a escolha de preservar o que tinha de melhor foi para conseguir uma inédita classificação às semifinais da competição continental.

-Eu, como responsável, falei: vamos arriscar com a equipe alternativa e ter todo mundo de tanque cheio na Colômbia. Eles( médicos e fisiologistas) deixam bem claro os prós e os contras. A última decisão é nossa, comissão técnica, e a última palavra é minha. É um risco grande também de entrar aqui e sentir alguma coisa e amanhã (domingo) já é a viagem, um jogo com altitude, vamos treinar lá- explicou.
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Contra Bahia, Rodrigo Santana escalou apenas dois titulares: o goleiro Cleiton e o zagueiro Igor Rabello e considerou isso como um risco calculado.

E MAIS:
- Vejo como um risco calculado. A gente sabe que quando um grupo de atletas vai fazer um jogo, um dia antes ele treina menos, ele se alimenta mais. Devido a essa decisão na terça-feira, a gente aproveitou para que esses atletas treinassem mais ontem e hoje. Todos treinaram, os titulares que vão jogar na Colômbia- disse.



Apesar do revés, Santana fez questão de valorizar a força do grupo tendo todos sempre em bom ritmo de jogo para uma eventualidade.

- A gente tem um grupo forte, que precisa de ritmo. Muitos começam a ficar pendurados na Sul-Americana e, se não tiver ritmo no momento que precisar ser utilizado, pode ser prejudicial. Todo nosso departamento médico, fisiologia, corpo técnico decidiu que a gente ia poupar para esse jogo, com esse risco calculado. Infelizmente, o resultado não veio. A equipe não deixou de jogar. A proposta do Bahia aconteceu, vir por uma bola.

O Galo precisa de um empate para avançar na Sula. Mas, terá de ter cuidado, pois se o La Equidad fizer 1 a 0, se classifica, já que no torneio há o gol qualificado. Vitórias colombianas com o alvinegro marcando mais de um gol, 3 a 2, 4 a 3 por exemplo, garantem os mineiros nas semifinais diante do Cólon, da Argentina.


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