Torcedor símbolo deixa costume de anos para ver Vasco na Libertadores
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Torcedor símbolo deixa costume de anos para ver Vasco na Libertadores

  •  Caíque - torcedor do Vasco
    Caíque - torcedor do Vasco Alexandre Araújo
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    Caíque - torcedor do Vasco Alexandre Araújo
  •  Caíque - torcedor do Vasco
    Caíque - torcedor do Vasco Alexandre Araújo
Alexandre Araújo - 12/02/2018 - 13:30
Rio de Janeiro (RJ)
Torcedor símbolo do Vasco, Caíque - aquele que leva diversas placas aos estádios Brasil afora -, também tem outra paixão: o samba. Assim, há mais de uma década que ele frequenta os arredores do Setor 2 da Sapucaí para registrar momentos aos lados de diversos famosos, sejam eles ligados às Escolas de Samba ou não. Religiosamente, vai aos dias de desfile do Grupo Especial, apuração e no Desfile das Campeãs. Porém, este ano, o calendário fez com que Caíque tivesse de escolher um dos amores, e ele escolheu o Vasco.

Pela primeira vez desde que começou a ir ao Sambódramo, ele não estará presente à apuração, que acontece quarta-feira de cinzas. Isso porque, este será o mesmo dia do confronto entre Vasco e Jorge Wilstermann, da Bolívia, em São Januário (primeiro duelo entre as equipes válido pela terceira fase da Libertadores).

- Faço isso há uns 10 ou 12 anos, por aí. Venho sempre aqui no domingo, segunda, apuração e Desfile das Campeãs. Tem um pessoal que já até me conhece (risos), mas esse ano não vou estar na apuração. Primeira vez em todos esses anos. Amo o Carnaval, mas entre o Carnaval e o Vasco, escolhi o Vasco, não é mesmo? - afirma ele, antes de explicar o motivo de não conciliar os programas:

- Moro muito longe e não daria tempo direito de vir à Sapucaí e depois ir para São Januário. Vou para São Januário diretamente mesmo. 

Confiante na classificação, Caíque faz elogios aos jovens jogadores promovidos da base, e aproveita para criticar Nenê, que, recentemente, trocou o Vasco pelo São Paulo.

- Acho que a gente vai conseguir passar, claro! Podemos vencer! Temos um time bom, com a base vindo bem, com jogadores como Paulinho, Evander... E temos o paredão Martin Silva. Infelizmente, alguns jogadores importantes saíram, como Anderson Martins e Nenê. Eu sempre levava um cartaz escrito "Nenê, você é o cara" e ele sempre acenava para mim. Mas nos abandonou e foi para o São Paulo - lembra.

"Só saio quando amanhecer", garante ele, ao ser questionado se ficaria até o final dos desfiles. Apesar disso, nesta queda de braços entre as paixões, o Vasco levou a melhor. Para que o tudo termine bem, a torcida espera que o Vasco vença também dentro de campo.


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