Sensibilidade de Luxemburgo motiva empolgação da torcida do Vasco
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Sensibilidade de Luxemburgo motiva empolgação da torcida do Vasco

Luxemburgo Atlético MG x Vasco
Vanderlei Luxemburgo vem sendo o nome da reconstrução do Vasco na temporada (Carlos Gregório Jr/Vasco)
Felippe Rocha - 03/10/2019 - 07:50
Rio de Janeiro (RJ)
Vanderlei Luxemburgo teve trabalho até acertar o time do Vasco. Mas acertou, o trabalho evolui - dentro do limite técnico do time - e chegou ao ponto de, na vitória sobre o Atlético-MG, nesta quarta-feira, o treinador ter conseguido jogar a pressão para o adversário, melhor posicionado na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. A sensibilidade do veterano treinador rendeu três pontos e transmitiu a ideia de que há, em São Januário, elenco melhor do que se pressupunha.

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As atuações mais recentes de Rossi e de Marcos Junior geraram críticas de parte da torcida e o treinador pareceu ter concordado. Ambos foram barrados do início da partida, e a equipe fez dos 20 primeiros minutos alguns dos melhores do Cruz-Maltino na temporada. Andrey e Marrony começaram a partida, e a justificativa formal foi tática.

- Estamos no caminho certo. Grupo bom. Fiz algumas mudanças em função da equipe do Atlético-MG. Eu queria que o Atléitco errasse. Temos a informação, sabemos da pressão forte sobre alguns jogadores. Queria provocar erro, que eles não ficassem confortáveis. Tanto que entrei com dois atacantes em cima de dois zagueiros, para preocupar o meio-campo deles e para os laterais baixarem a bola de descerem - explicou Luxa, citando duas linhas na marcação com Marrony mais próximo de Ribamar, e não à direita do ataque, como Rossi faz. E completou:



- Logo em seguida (ainda no primeiro tempo), voltei para o triângulo no meio-campo (como normalmente se alinham os três volantes) porque o Nathan começou a sair muito com a bola. Botei o Marrony na direita e deixei as substituições para as funções que os jogadores conheciam. O Atlético vinha num cansaço. Eu queria disputar o segundo tempo com jogadores mais frescos e de velocidade. A estratégia foi nesse sentido - lembrou o treinador.

De fato, Rossi fez dos pouco mais de 50 minutos em que esteve em campo alguns dos melhores dele no Vasco até aqui. Gol e a assistência de se emoldurar. O mandante, mesmo pressionado, só gerava perigo na - forte - bola barada, com Otero.

As limitações do elenco seguem existindo. Mas uma vitória como esta, fora de casa, com ampla maioria de titulares e suplentes rendendo o esperado, inevitavelmente alimenta de esperança o coração do torcedor vascaíno.

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