Fé no futuro: Luxa confia em jovens e reforços para a evolução do ataque
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Fé no futuro: Luxa confia em jovens e reforços para a evolução do ataque

Ribamar - Vasco
Ribamar esteve afastado por cerca de três meses, mas participou do último jogo (Foto: Carlos Gregório Júnior/CRVG)
Felippe Rocha - 09/09/2019 - 07:40
Rio de Janeiro (RJ)
Com 16 gols marcados - média inferior a um por jogo - o ataque do Vasco é dos piores do Campeonato Brasileiro. Há problemas na criação, nas finalizações, e até nas poucas opções para serem escaladas. Ou havia. O técnico Vanderlei Luxemburgo está otimista em relação à perspectiva para o setor ofensivo daqui até o fim do ano.

Por motivos diferentes: um é o iminente retorno de Talles Magno, que disputará o segundo amistoso de preparação para o Mundial Sub-17 com a Seleção nesta terça-feira. Deve poder jogar contra a Chapecoense, no sábado; outro é a efetivação de Marrony como opção para o comando de ataque, o que agrada mais ao treinador.

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O terceiro fator para o otimismo de Luxa são os reforços. Sim, no plural. Porque se Clayton chegou ao clube e começou o duelo contra o Bahia mesmo sem ter treinado com a equipe titular, outro jogador teve vez na partida, e também de forma surpreendente pelo cenário de até bem pouco tempo atrás: Ribamar. Após três meses de afastamento, ele entrou no segundo tempo.

- Iniciei o jogo com o Clayton porque ele estava lá no Bahia até outro dia, conhecia o time. Fiz essa situação porque tinha a dificuldade de não ter o Talles. Ele (Clayton) teve dificuldade pela falta de entrosamento. Mas a gente ganha com ele, com a volta do Ribamar e com o Marrony por dentro - entende o treinador.

Além deles, o Vasco conta com Rossi, para o lado direito do ataque e o centroavante Tiago Reis, que não tem sido tão utilizado por Luxemburgo. Fora jovens como Vinícius, que já ficou no banco de reservas, e Kaio Magno, irmão do atual destaque cruz-maltino, suplente no último jogo.

Quando Maxi López deixou o clube, ainda no primeiro semestre, o Vasco tentou buscar um centroavante que aliasse nível de Série A e preço que coubesse no bolso. Não conseguiu. Até dezembro, o otimismo do treinador precisará se justificar.

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