Bola longa, 4-1-4-1 e Desábato organizador: a vitória do Vasco
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Bola longa, 4-1-4-1 e Desábato organizador: a vitória do Vasco

  •  Madureira x Vasco
    Madureira x Vasco (Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)
  •  Madureira x Vasco
    Madureira x Vasco (Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)
  •  Madureira x Vasco da Gama
    Madureira x Vasco da Gama Reginaldo Pimenta/Raw Image
  •  Madureira x Vasco
    Madureira x Vasco (Foto: Thiago Ribeiro/AGIF)
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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    Madureira x Vasco Paulo Fernandes/Vasco.com.br
  •  Madureira x Vasco
    Madureira x Vasco FOTO: Divulgação Vasco
João Mércio Gomes - 11/03/2018 - 08:15
Rio de Janeiro (RJ)
No último teste antes da Libertadores, o técnico Zé Ricardo decidiu não arriscar ou inventar moda na equipe. Poupou a maioria dos titulares, mudou toda a linha de defesa - inclusive o goleiro - e optou pelo esquema mais tradicional, de início no 4-2-3-1. Com pequenos ajustes durante a partida e com um camisa 5 de ‘maestro’, o Vasco venceu o Madureira sem sustos e encaminhou vaga às semis. O LANCE! analisa a partida deste sábado.

Logo no nos primeiros minutos de partida foi possível entender o porquê do argentino Desábato, único titular absoluto em campo, não foi poupado. O volante foi fundamental para o triunfo e organizou o time mesmo na defesa. Como? Com desarmes precisos e saída de bola com qualidade. Explico: quando o Vasco tinha a posse de bola, a troca de passes iniciais não era feita apenas entre os zagueiros Werley e Ricardo. O camisa 5 recuava o posicionamento e ficava no meio dos defensores, direcionando a construção das jogadas da equipe. 

Com a saída de bola bem feita, o setor ofensivo não precisou se preocupar em recuar para buscar jogo. Na frente, Evander ganhou nova chance e atuou como um clássico camisa 10: centralizado, com liberdade para enconstar em Andrés Rios, Rildo e Paulinho. A joia jogou pela direita, já que o camisa 17 tem preferência na escolha dos lados e se sai melhor pela esquerda.

Mesmo com o domínio da posse de bola, o Vasco só abriu o placar em contra-ataque bem armado. Sabe por quem? Desábato. O capitão do Cruz-Maltino roubou bola na defesa, teve calma para limpar um marcador e deu passe para Fabrício. O lateral achou Rildo, que saiu em velocidade e encontrou Evander no meio. Bomba do camisa 10 de fora da área e o goleiro aceitou.

Poucos minutos depois, o Madureira adiantou a marcação e o Vasco perdeu espaço na saída de bola. A diferença é que, desta vez, um dos zagueiros era Ricardo, com visão de jogo e capacidade para tentar surpreender na bola longa. Lançamento de trás do meio de campo para Rios, que disputou bola com zagueiro e conseguiu pênalti - em mais uma falha bizarra do Madureira. O camisa 9 bateu com força no canto e ampliou o placar.

Mapa de calor de Andrey contra o Madureira
Mapa de calor de Andrey contra o Madureira mostra que o volante se movimentou bastante. Desde o lado esquerdo da defesa ao lado direito do ataque (Footstats)
Os três pontos já estavam encaminhados, mas o Madureira seguiu tentando uma reação. Em bobeada de Andrey na marcação, Rezende subiu livre pela esquerda e cruzou rasteiro na área. Fabrício não acompanhou e deixou Catatau livre para descontar. Zé Ricardo foi esperto: mudou a formação para 4-1-4-1, liberou Andrey para ficar mais próximo dos meias e prendeu os laterais. Deu certo. O time pressionou a saída adversária e o volante roubou bola no campo de ataque. Com inteligência, se redimiu. Drible no zagueiro e passe açucarado para Rildo, que não teve problemas para fechar o caixão em Moça Bonita.

Como o time terminou, no 4-1-4-1:

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