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TIM 4G: Juninho Pernambucano, o Reizinho da Colina

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LANCE! - 08/08/2017 - 12:19
Rio de Janeiro
E MAIS:
Revelado pelo Sport, Juninho Pernambucano brilhou e foi ídolo no Vasco, estando presente nas grandes conquistas recentes do clube. Não por acaso, ganhou o apelido de Reizinho da Colina e é um dos homenageados pela TIM, patrocinadora dos quatro grandes clubes cariocas, como craque TIM 4G do passado.

Com a camisa cruz-maltina, Juninho foi bicampeão brasileiro (1997 e 2000), campeão da Libertadores (1998), do Torneio Rio-São Paulo (1999) e da Copa Mercosul (2000). Exímio batedor de falta, também se tornou um marcador implacável em razão da grande resistência física. Nascido no dia 30 de janeiro de 1975, em Recife, Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior ingressou nas categorias de base do clube pernambucano aos 16 anos. Em 1994, conquistou o Campeonato Pernambucano e a Copa do Nordeste, passando a chamar a atenção de grandes clubes.

Chegou ao Vasco em 1995 “a contrapeso”, junto de outro jogador do Sport, o atacante Leonardo, apontado como futuro craque. Juninho foi entrando aos poucos no time e só ganhou destaque na temporada de 1997, quando foi titular na maioria dos jogos, fazendo gols importantes e sendo peça-chave na campanha do título do Campeonato Brasileiro. O meia formava, com jogadores como Pedrinho, Edmundo e Ramon, o setor ofensivo dos sonhos daquele ano. Quando outro Juninho, o Paulista, chegou ao Cruz-Maltino, passou a ser chamado de Juninho Pernambucano.

Em dois títulos especificamente, ambos sul-americanos, Juninho foi considerado fundamental: o da Libertadores de 1998 - fez um gol histórico contra o River Plate no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, pelo segundo jogo da semifinal, que virou até música na arquibancada - e o da Copa Mercosul de 2000 – marcado pela virada histórica do time da Colina, que perdeu o primeiro jogo para o Palmeiras por 3 a 0 e virou o placar na partida de volta, em pleno Palestra Itália, por 4 a 3.

Em 2001, na condição de um dos principais astros do time, Juninho pediu aumento salarial e não entrou em acordo financeiro com a diretoria do Vasco, o que culminou com a saída dele de São Januário. Após o imbróglio legal - que o tirou dos gramados por quatro meses -, o meia ganhou o passe na Justiça e transferiu-se para o Lyon, da França, onde atuou por oito temporadas. No novo clube, também foi ídolo e comemorou o heptacampeonato francês (2002 a 2008). Foi o artilheiro do Lyon em 2002/2003, com 13 gols, e eleito o melhor estrangeiro atuando no país na temporada seguinte.

No último ano no Lyon, em 2008, Juninho ainda ajudou o time na conquista da Copa da França. Até hoje é considerado o maior ídolo da história do clube. Na partida de despedida dele, na vitória sobre o Caen, em 23 de maio de 2009, ele marcou o centésimo gol com a camisa do Lyon, encerrando a passagem vitoriosa no futebol europeu.

De 2009 a 2011, Juninho defendeu o Al-Gharafa, do Qatar, e retornou ao Vasco dez anos após ter saído pela porta dos fundos da Colina. Depois dos salários astronômicos do futebol árabe, Juninho fez um contrato de risco com o Vasco e, na carteira de trabalho, recebia apenas o valor do salário mínimo, na época R$ 545. Na segunda passagem por São Januário, atuou em 76 partidas e marcou 19 gols, 14 deles na mesma temporada, um recorde pessoal com a camisa do Vasco.
Em 2012, Juninho transferiu-se para o New York Red Bulls, dos Estados Unidos, onde ficou apenas sete meses. Saiu alegando mau relacionamento com o treinador. Retornou ao Vasco em 2013 e, no dia 29 de janeiro de 2014, anunciou a aposentadoria, aos 39 anos.

Com a camisa da Seleção Brasileira, fez parte do grupo na conquista da Copa América de 2005 e participou da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, atuando nas partidas contra Japão, Gana e França. Depois da Copa, pediu para não ser mais convocado. Em 2015, Juninho foi eleito pelo site francês do canal Eurosport como o melhor jogador do Campeonato Francês no século XXI. Atualmente, é comentarista de futebol na TV.

Patrocinadora de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, a TIM homenageará até o fim de 2017 jogadores do passado dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, que, de forma geral, apresentaram os atributos “G” (Garra, Gênio, Gigante, Grandeza) quando atuavam. Periodicamente, contaremos um pouco da história destes craques e o motivo deles terem sido escolhidos. Afinal, os quatro maiores times cariocas merecem a maior cobertura 4G do Rio e as melhores histórias para serem compartilhadas.



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