Fã de Roger na infância, Michel Bastos lamenta rótulos negativos
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Fã de Roger na infância, Michel Bastos lamenta rótulos negativos

Michel Bastos
Michel Bastos durante a entrevista desta terça-feira, na Academia (Foto: Thiago Ferri)
LANCE! - 13/02/2018 - 18:06
São Paulo (SP)
Desde que saiu do São Paulo, Michel Bastos convive com perguntas sobre seu relacionamento com companheiros e uma possível influência negativa no vestiário. Esta imagem ainda é algo que o lateral-esquerdo do Palmeiras não consegue entender, já que, segundo ele, nunca teve problemas por onde passou. Defendido por Roger, o camisa 15 citou a admiração pelo chefe quando era torcedor do Grêmio, na sua infância.

- Às vezes as pessoas me taxam como jogador que não é bom de grupo e nunca tive problema nenhum. Já ouvi falar de laranja podre, isto, aquilo... vou ter de conviver com isto até o fim da carreira. Eu tento evitar polêmicas, é difícil eu vir aqui me expressar, até porque as coisas não vão mudar. Graças a Deus, sempre tive o ponto a mais de ser um jogador polivalente e poder fazer várias funções. Meu erro foi sempre expressar minha escolha, de jogar de meia, mas nunca abdiquei para jogar de lateral - respondeu o lateral, citando outro tema que diz ter gerado uma repercussão exagerada, sua função em campo.

- Começaram (os rótulos) quando saí do São Paulo, porque antes não tinha nada. Mas não sei dizer, nunca tive problema de elenco, muito menos no Palmeiras. Sou um cara que se dá bem com todos, quanto mais tento desfocar isto volta, as perguntas vêm, mas o porquê, eu não sei - completou.


Na última semana, Roger havia dito que jogadores mais velhos começam a receber rótulos que não são verdadeiros. Ele fez esta citação enquanto falava sobre Michel Bastos, que já jogou duas partidas como titular neste ano. Embora admita que sua preferência é jogar mais adiantado, o jogador diz que atuará com o maior prazer na lateral, posição de seu atual treinador, e por quem Michel torceu quando era pequeno.

- Confesso que eu tenho pai gremista, então a gente muitas vezes segue o pai. Quando pequeno eu torci muito para o Grêmio e torci muito pelo Roger. Sei a equipe dele de cor e salteado. Era um lateral que marcava bem, ia no fundo, sabia cruzar, diferente das minhas características na posição, ele marcava bem melhor que eu. Mas eu ataco melhor que ele (risos). Meu pai ainda é gremista fanático, mas hoje conheço melhor o Roger treinador do que o jogador - contou.


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