Palmeiras 2018 exibiu sua melhor versão no primeiro tempo do clássico
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Palmeiras 2018 exibiu sua melhor versão no primeiro tempo do clássico

  •  Palmeiras x São Paulo
    Palmeiras x São Paulo Marcello Zambrana/AGIF
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    Palmeiras x São Paulo Luis Moura / WPP
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    Palmeiras x São Paulo Bruno Ulivieri/ Raw-Image
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    Palmeiras x São Paulo Ale Vianna/Eleven
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    Palmeiras x São Paulo Jales Valquer / Fotoarena
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    Palmeiras x São Paulo Jales Valquer/Fotoarena
Fellipe Lucena - 09/03/2018 - 09:07
São Paulo (SP)
A exibição do Palmeiras nos primeiros 45 minutos do clássico contra o São Paulo, nesta quinta-feira, já virou exemplo do que Roger Machado espera de seus jogadores para a sequência da temporada. Foi praticamente perfeito.

É verdade que o time de Dorival Júnior perdeu todos os clássicos que disputou, mostrando incrível falta de repertório ofensivo e grande desorganização defensiva, mas houve ao menos domínio territorial contra Corinthians e Santos. No primeiro tempo contra o Palmeiras, não chegou perto disso.

- O sarrafo aumentou em função da apresentação do primeiro tempo. Agora é fazer durante todos os jogos. Não há porque não fazer se já mostramos que é possível - disse Roger.


Foi no primeiro tempo que o Palmeiras construiu a vitória por 2 a 0, com Antônio Carlos abrindo a contagem logo aos nove minutos e Borja ampliando aos 31. Se aproveitasse todas as chances que criou, iria para o intervalo goleando. Enquanto isso, o máximo que o São Paulo conseguiu foram dois chutes sem direção de Cueva, um deles em cobrança de falta.

É praticamente impossível separar a equipe em defesa, meio de campo e ataque nesta partida. O Palmeiras foi uma coisa só, asfixiando o São Paulo desde a saída de bola, com notável entrega dos seus homens de frente na marcação - algo que vinha faltando nos últimos jogos e que rendeu, inclusive, uma bronca do treinador em Keno após a derrota para o São Caetano.

Houve um lance no primeiro tempo em que Borja não conseguiu tomar a bola dos zagueiros do São Paulo e ameaçou desistir da jogada. O colombiano foi imediatamente repreendido por Lucas Lima e logo retornou à perseguição. O Palmeiras jogou com nível de concentração altíssimo.

- Quanto mais perto do gol a gente roubar a bola, quanto mais desorganizado o adversário estiver, melhor a gente consegue atacar. Todo o trabalho de convencimento é justamente em cima disso, para que os atletas tenham consciência de que, atuando defensivamente, eles próprios serão os beneficiados, como foi nesse jogo. Não tenho os números na mão, mas tenho certeza que foi a partida em que mais roubamos bola no campo adversário. Agora a gente já sabe que atuando dessa forma, com isso memorizado e tendo a intensidade que a gente demonstrou, nossa qualidade vai decidir - analisou Roger.

Uma prova de que o funcionamento coletivo do time foi ótimo é o alto número de destaques individuais. Victor Luis fez a sua melhor partida no ano. Borja talvez tenha feito sua melhor partida pelo clube. Lucas Lima jogou um futebol que, se repetido, pode colocá-lo na Copa do Mundo. Dudu, desta vez pelo lado direito, atormentou os defensores de um jeito que não vinha acontecendo.

- Hoje coloquei o Dudu pelo lado direito para que ele pudesse ser mais contundente. A percepção é de que pelo lado esquerdo ele tem a entrada para dentro, funciona como articulador, mas articulador eu já tenho o Lucas. Precisava de contundência e tive isso - explicou Roger.

Embora não tenha sido como o primeiro, o segundo tempo do clássico também foi bom. O Verdão mais administrou o resultado do que agrediu o adversário. Roger observou Gustavo Scarpa pelo lado esquerdo e colocou Moisés como segundo volante, dando indícios de alternativas que pode encontrar. Se jogar assim nos mata-matas do Paulista e na Libertadores, o Palmeiras será candidatíssimo a erguer troféus.

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