Vasco 'cresce' em 2019 e tenta afastar fantasma da bola aérea
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Vasco 'cresce' em 2019 e tenta afastar fantasma da bola aérea

Vasco apresenta Cláudio Winck e Raul Cáceres no Salão de Beneméritos, Estádio de São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Winck e Cáceres devem brigar por vaga na lateral-direita do Vasco (Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br)
André Schmidt - 07/01/2019 - 11:13
Rio de Janeiro (RJ)
Cruzamento na área do Vasco em 2018 se tornou sinônimo de pesadelo para o torcedor cruz-maltino. De Zé Ricardo a Alberto Valentim, passando por Jorginho e Valdir, o jogo aéreo defensivo da equipe durante toda a temporada foi considerado um fator crítico. Tanto que a dupla Paulão e Erazo, titular em janeiro, sequer terminou o ano no clube. A chegada de Leandro Castán, já em agosto, no entanto, melhorou o rendimento defensivo do time, assim como a entrada de Luiz Gustavo na lateral. Ainda assim, mesmo com o zagueiro em campo em 15 jogos, a equipe sofreu 6 gols oriundos de bolas altas - contra Palmeiras, Ceará, Flamengo, Santos, Sport e Corinthians - de 12 sofridos no período. Ou seja, metade.

Para 2019, apesar de ainda não ter anunciado a chegada de nenhum novo zagueiro, o clube parece preocupado com a bola aérea. A média de altura dos oito reforços anunciados até agora é de 1,81m. Número que só não é mais alto por causa do 'baixinho' Yan Sasse, de 1,73m. Levando em conta apenas os jogadores de marcação - volantes e laterais -, a média sobe para 1,83m. No ano passado, o time que terminou o ano como titular tinha uma altura média de 1,78m entre os jogadores de linha, mesmo após as chegadas dos 'gigantes' Maxi López - 1,85m - e Castán - 1,86m.

Para 2019, as laterais vascaínas devem ganhar alguns centímetros com as possíveis entradas de Danilo Barcelos, de 1,86m, e Cláudio Winck, 1,84m, nos lugares de Henrique, 1,73m, e Luiz Gustavo, 1,80m. Winck, inclusive, marcou três gols em cruzamentos no Brasileirão. Um deles contra o próprio Vasco, na vitória do Sport por 2 a 1, na Ilha do Retiro. Na cabeça de área - outra posição de alta rotatividade em 2018 - Valentim também contará com opções mais altas: chegam a São Januário Lucas Mineiro, de 1,88m, e Fellipe Bastos, de 1,80m, para ocupar o espaço deixado por Desábato - 1,78m -, e brigar pelas vagas que hoje pertencem a Andrey - 1,75m - e Willian Maranhão - 1,79m.

E MAIS:
O ataque vascaíno também pode subir. Apesar das estaturas medianas de Yan e Bruno César - 1,78m -, Ribamar, de 1,84m, também brigará por uma vaga com Valentim. Podendo atuar pelos lados, onde o clube perdeu Kelvin - 1,75m -, o jovem atacante pode elevar ainda mais a altura do time, inclusive para tentar melhorar a bola aérea ofensiva. No Brasileirão do ano passado, o Vasco foi o 2º clube que menos marcou gols de cabeça, com quatro tentos, ficando à frente somente do Paraná, que balançou as redes duas vezes. Número que tende a subir em 2019 junto com a altura do time.

ALTURA DOS REFORÇOS DO VASCO

Lucas Mineiro - 1,88m
Danilo Barcelos - 1,86m
Cláudio Winck - 1,84m
Ribamar - 1,84m
Fellipe Bastos - 1,80m
Raúl Cáceres - 1,80m
Bruno César - 1,78m
Yan Sasse - 1,73m

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