Final da Primeira Liga tem duelo do técnico longevo contra mais novo
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Final da Primeira Liga tem duelo do técnico longevo contra mais novo

  •  Montagem - Claudio Tencati e Oswaldo de Oliveira
    Claudio Tencati e Oswaldo de Oliveira se enfrentam nesta quarta-feira (Fotos: Gustavo Oliveira/Londrina E.C. / Bruno Cantini/Atlético-MG)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E.C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E.C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E.C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E.C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E.C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E.C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E.C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Gustavo Oliveira/Londrina E. C.)
  •  Claudio Tencati - Londrina
    Claudio Tencati, técnico do Londrina (Foto: Pedro A. Rampazzo/Site oficial Londrina)
Rafael Bullara - 04/10/2017 - 07:00
Londrina (PR)
- Me sinto diferente dos outros treinadores.

A frase acima é de Claudio Tencatti, técnico do Londrina desde abril de 2011 e que nesta quarta-feira tenta o primeiro título nacional da carreira contra o Atlético-MG, na decisão da Copa da Primeira Liga no Estádio do Café, às 21h45.

Do outro lado, uma situação bem diferente. Oswaldo de Oliveira chegou ao Galo há uma semana e poderá ser campeão no segundo jogo à frente do clube mineiro. No período em que Tencatti está no Tubarão, o Atlético-MG teve nove treinadores e Oswaldo é o terceiro somente nesta temporada.

- O futebol no geral é uma situação que o Oswaldo está vivendo. De um jogo para o outro muda tudo e se os resultados não aparecem os clubes optam pela troca. Mas o Oswaldo é um cara competente e desejo sorte para ele no trabalho. Já venceu na estreia, se recuperou no Brasileiro e espero que volte a vencer só depois desta quarta-feira - brinca Tencatti em papo com o LANCE!.

Desde que assumiu o time, em 21 de abril de 2011, o treinador subiu o Londrina para a Primeira Divisão estadual no mesmo ano, ganhou o título paranaense em 2014 e foi responsável por levar a equipe da Série D até a B, competição que disputa  há duas temporadas. Agora, tem a oportunidade de colocar na galeria uma conquista nacional e a mais importante da carreira.

- Acredito que será a mais importante, sim. Uma competição nacional que o Londrina recebeu o convite e, se ganharmos, temos que comemorar muito. Estamos satisfeitos de estar nesta final. Chegamos invictos, pegamos clubes da Série A como Fluminense e Cruzeiro, que mesmo com times alternativos são da Primeira Divisão. Esperamos um bom público nesta quarta-feira para coroar o trabalho com grande festa - completa o treinador de 43 anos.

Claudio Tencatti diz que o acerto com o Londrina é no "fio do bigode" e no "compromisso com o presidente", porém a CBF exige ter um contrato firmado e o vínculo vai até o fim desta temporada.

Além da disputa da Primeira Liga, o Londrina tem mais 11 jogos na Série B e começou a 28ª rodada nove pontos atrás do quarto colocado. O treinador é bem realista em relação ao acesso e vai além quando o assunto é subir.

- Tenho frisado. É muito difícil e tem que fazer um milagre. Quem conseguir engrenar três, quatro vitórias vai subir e pressionar o pessoal de cima. Obrigação é manter o time na Série B até porque disputamos a competição somente há dois anos. Subimos muito rápido da D para B (em dois anos). O Paraná está na Segunda Divisão há dez anos e agora está brigando para voltar. É melhor se estruturar para quando subir, não bater e cair. Basta você ver a situação de Atlético-GO, que subiu e agora briga para ficar. O exemplo positivo é o da Chapecoense. Se estruturou, chegou e ficou. É assim que precisa ser - completa Tencatti.


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