Vai dar certo? Histórico ruim marca trabalho de técnicos estrangeiros no Brasil
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12/03/2018 | 20:22

Vai dar certo? Histórico ruim marca trabalho de técnicos estrangeiros no Brasil

  •  Diego Aguirre Atlético-MG (2016)
    O uruguaio Diego Aguirre foi recém contrato pelo São Paulo para dirigir a equipe tricolor até o final de dezembro de 2018. Aos 52 anos, Aguirre vai assumir o cargo após a demissão de Dorival Júnior. No Uruguai, o treinador é cotado, ainda, para comandar a seleção celeste depois da Copa do Mundo na Rússia, quando o ciclo de Óscar Tabárez, treinador desde 2006, possivelmente terá fim. Vale lembrar que Aguirre já foi técnico do Internacional em 2015 e do Atlético-MG em 2016. No Beira-Rio, o uruguaio conquistou o Campeonato Gaúcho, mas deixou o clube em agosto, após a eliminação do Inter na semifinal da Libertadores. No comando do Colorado, o treinador teve 60,4% de aproveitamento. Em 48 jogos, foram 24 vitórias, 15 empates e nove derrotas. No Galo, Aguirre ficou cinco meses como técnico e levou o título do torneio Flórida Cup, nos EUA. A tão sonhada Copa Libertadores escorreu pelos dedos, quando o Atlético-MG foi eliminado nas quartas de final da competição, em 2016, para o próprio São Paulo. No Alvinegro, o treinador conseguiu 59,14% de aproveitamento. Comandou o time em 31 jogos: 16 vitórias, sete empates e oito derrotas. Bruno Cantini/Atlético MG
  •  Reinaldo Rueda
    O colombiano Reinaldo Rueda chegou com moral ao Flamengo em agosto de 2017. Contratado com grande expectativa, o técnico foi campeão da Libertadores em 2016, comandando o Atlético Nacional-COL. Apesar da experiência internacional em seleções, à frente de Honduras na Copa de 2010 e do Equador na Copa de 2014, o treinador dirigiu pela primeira vez um clube fora de seu país. Rueda liderou o Rubro-Negro em 31 jogos. Com 13 vitórias, dez empates e oito derrotas, o colombiano conseguiu um aproveitamento de 52,7%. No Fla, o técnico foi vice-campeão da Copa do Brasil e da Sul-Americana. Só deixou o cargo porque recebeu proposta para treinar a Seleção do Chile. Após pedir demissão do Flamengo, Reinaldo Rueda assinou contrato com a equipe chilena até o fim das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022, no Catar.  Foto: André Durão
  •  Bauza então foi lembrado, mas também não agradou e agora a Argentina procura um novo treinador
    Antes de chegar ao São Paulo, o argentino Edgardo Bauza comandou a conquista do primeiro título do tradicional San Lorenzo-ARG na Libertadores, em 2014. Em 2016, o técnico dirigiu o Tricolor Paulista em 48 partidas. Bauza levou o São Paulo até a semifinal da Taça Libertadores, quando o time perdeu para o campeão Atlético Nacional, da Colômbia. O retrospecto do treinador com a equipe paulista, no entanto, foi aquém do esperado. Com aproveitamento de 46,52%, Bauza venceu 18 jogos, empatou 13 e perdeu 17 vezes. O argentino não conseguiu levantar nenhum título durante a passagem no São Paulo. Sete meses depois de contratado, o técnico abandonou o barco para assumir a seleção da Argentina. (Foto: JUAN MABROMATA / AFP)
  •  Cruzeiro x Sport - Campeonato Brasileiro Série A - Paulo Bento
    O Cruzeiro também experimentou, em 2016, o trabalho de um técnico estrangeiro. O português Paulo Bento foi o escolhido da vez, mas teve passagem rápida pelo clube. Antes de comandar a Raposa, o treinador assumiu a seleção de Portugal em 2010 e disputou a Copa do Mundo no Brasil em 2014. O técnico chegou ao Cruzeiro em maio de 2016 e foi demitido 75 dias depois de ter sido contratado, em julho.  Na época, a Raposa estava na penúltima colocação do Campeonato Brasileiro. Com a equipe celeste, Paulo Bento teve aproveitamento de 41,17%. Em 17 jogos, o português conseguiu seis vitórias, três empates e oito derrotas. Após sua saída, Paulo assinou com o Olympiacos, da Grécia, em agosto. (Foto: Thomas Santos/AGIF/LANCE!Press)
  •  Petkovic
    O sérvio Petkovic comandou as equipes profissionais do Criciúma e Vitória-BA. Em 2015, o treinador esteve à frente do Tigre em 24 partidas. Com sete vitórias, 12 empates e cinco derrotas, o aproveitamento do técnico foi de 45,8%. Petkovic foi contratado logo depois que o clube demitiu Moacir Júnior. Com pouco mais de três meses de trabalho, o ponto alto do trabalho de Pet foram os jogos contra o Grêmio na Copa do Brasil, quando o Criciúma esteve próximo de chegar às oitavas de final. Na ocasião, o Tigre acabou eliminado nos pênaltis, no Estádio Heriberto Hülse. Na Série B, Petkovic começou muito bem ficando 11 jogos invicto, próximo da zona de classificação para a elite do futebol nacional, mas com um dos piores ataques da Segundona, o Criciúma viu o acesso à Série A ficar longe. A passagem como técnico do Vitória durou apenas três semanas. Após a demissão de Argel Fucks às vésperas da final do Campeonato Baiano, o Vitória anunciou Pet como novo treinador do grupo, em 2017. Vale lembrar que o sérvio já era gerente de futebol do clube. Ele ficou no comando do Rubro-Negro por quatro jogos no Brasileirão. Quando Petkovic deixou o cargo, o Vitória estava com 12 pontos em 16 rodadas, ocupando a 19ª posição da Série A, com aproveitamento de 25%. Foto: Mauricia da Matta/ EC Vitoria
  •  Juan Carlos Osorio
    Colombiano e ex-treinador do Nacional de Medellín, Juan Carlos Osorio chegou ao Morumbi no fim de maio de 2015, com contrato de dois anos. O técnico viveu quatro meses de altos e baixos no São Paulo. À frente da equipe paulista em 28 jogos, Osório venceu 12 partidas, empatou sete, e sofreu a derrota nove vezes. Apesar do aproveitamento razoável de 51,19%, a passagem do treinador ficou marcada por instruções enviadas por ele, em bilhetes, para jogadores, e reclamações públicas de atletas. O colombiano também tinha uma relação conturbada com a diretoria tricolor. Na época, o São Paulo vivia uma crise política que culminou na renúncia do presidente Carlos Miguel Aidar. Osório pediu demissão do clube paulista para dirigir a seleção do México. Imago7
  •  Ricardo Gareca - Palmeiras
    O argentino Ricardo Gareca chegou ao Palmeiras em maio de 2014, consagrado por levar o Vélez a três títulos argentinos. No comando do Verdão, o treinador conquistou apenas quatro pontos de 27 possíveis no Campeonato Brasileiro. No total, Gareca dirigiu a equipe Alviverde em 13 jogos, incluindo um amistoso pela Copa EuroAmericana e três duelos pela Copa do Brasil. O aproveitamento do técnico foi de 38,46 %, já que conseguiu quatro vitórias, um empate e oito derrotas. No Palmeiras, Gareca não durou muito. O argentino foi demitido em menos de três meses. A principal justificativa da direção do clube, na época, era que os resultados dele à frente do Verdão eram insustentáveis. Ex-jogador com passagens por Boca Juniors, River Plate, Vélez e pela seleção da Argentina, o técnico também ficou conhecido pela insistência em trazer atletas argentinos para a equipe paulista. Vale lembrar que o Palmeiras foi o único clube do Brasil que Gareca trabalhou. (Foto: Ale Cabral/Lancepress!)
  •  O espanhol Miguel Ángel Portugal teve aproveitamento de 33,3% dos pontos no Atlético-PR em 2014
    O espanhol Miguel Ángel Portugal foi contrato pelo Atlético-PR no início de 2014. Antes, o treinador chegou a conquistar o Torneio Clausura na temporada 2012/2013 e foi vice-campeão do Torneio Apertura 2013/2014, com o Bolívar-BOL. O técnico substituiu Vagner Mancini no comando do Furacão, mas não caiu no gosto da torcida. A eliminação precoce do Atlético-PR na Libertadores fez com que os atleticanos se revoltassem com o espanhol. Além disso, em cinco rodadas do Brasileirão, o Furacão só conquistou, sob seu comando, cinco pontos. Na breve passagem pelo futebol brasileiro, Portugal dirigiu o time em 13 jogos oficiais, com cinco vitórias, dois empates e seis derrotas, o que representa aproveitamento de 43,58%. Atlético-PR
  •  O técnico Juan Ramón Carrasco foi meia sem sucesso no São Paulo
    Em 2012, Juan Ramón Carrasco assumiu o comando do Atlético-PR. Antes de chegar ao Furacão, o treinador uruguaio disputou a Libertadores como técnico do Fênix em 2002 e esteve à frente da Seleção Uruguaia nas Eliminatórias para a Copa do Mundo da Alemanha. Carrasco dirigiu o Atlético-PR em 36 jogos. No total, foram 22 vitórias, sete empates e sete derrotas. Com 67,5% de aproveitamento, o time chegou a marcar 76 gols e a sofrer 31. Mesmo com uma boa campanha no início do ano, o treinador não resistiu à perda do título paranaense para o rival Coritiba, ao baixo rendimento da equipe rubro-negra no começo da Série B e à eliminação diante do Palmeiras nas quartas de final da Copa do Brasil. Depois de quase seis meses, Juan Ramón Carrasco deixou o clube. (Foto: MIGUEL ROJO / AFP/Lancepress!)
  •  Jorge Fossati - Internacional
    O Internacional fechou a contratação do uruguaio Jorge Fossati em 2010. O treinador chegou embalado ao Beira-Rio depois de conquistar a Recopa Sul-Americana, justamente sobre o Inter, e o título da Copa Sul-Americana, com o LDU. O técnico assinou contrato com o Colorado até o final da temporada mas acabou caindo em maio. O uruguaio chegou a classificar o Internacional para as semifinais da Copa Libertadores. No entanto, após perder o título gaúcho para o Grêmio, Fossati não resistiu ao desempenho oscilante da equipe no início do Brasileirão e acabou deixando o cargo. Com o Inter, o treinador teve aproveitamento de 60,6%. Foram 18 vitórias, seis empates e nove derrotas em 33 jogos disputados. (Foto: Lucas Uebel / Vipcomm / Arquivo Lance!)
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