Em evolução, zaga do Flu ainda sofre mais gols do que no início de 2017
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Em evolução, zaga do Flu ainda sofre mais gols do que no início de 2017

Gum e Renato Chaves
Renato Chaves e Gum, na foto, formam o trio defensivo ao lado de Ibañez (Foto: Nelson Perez/Fluminense F.C.)
LANCE! - 08/02/2018 - 07:00
Rio de Janeiro (RJ)
É de praxe em 2018: após cada partida do Fluminense, Abel Braga elogia o desempenho defensivo da equipe. O treinador apostou na formação com três zagueiros para resolver o principal problema do clube na última temporada e, até agora, tem dado resultado.

São quatro de seis jogos oficiais sem ser vazado, mas o L! analisa se os bons números podem deixar o torcedor confiante em um ano melhor que 2017 em relação à defesa.

Deixando a Florida Cup de lado, o Fluminense soma neste ano três vitórias, dois empates e uma derrota, com quatro gols sofridos e cinco a favor.

Os números, apesar de positivos, são piores do que em 2017. Já com Abel no comando do Flu, foram cinco vitórias e uma derrota com três gols contra e 14 marcados.

O nível dos adversários é parecido. Em 2017, clássico com o Vasco e encontro com o Internacional na Primeira Liga. Em 2018, duelo contra o Botafogo e jogo decisivo contra a Caldense, fora de casa, pela Copa do Brasil.

A frieza dos números pode deixar o torcedor desconfiado para a sequência da temporada, mas, além disso, é preciso levar em conta o desempenho do time. Hoje, a zaga titular é formada por Gum, Ibañez e Renato Chaves. Reginaldo também é opção, o que fortalece a bola aérea do Tricolor. Em 2017, com Henrique e Chaves, o "caos aéreo" tirou o sono de Abel.

A proteção à defesa também promete ser maior com os reforços de Airton, Richard - contratado no fim de 2017 - e Jadson. Ano passado, o técnico teve problemas na função com a má fase de Orejuela, problemas disciplinares de Wendel e as lesões de Douglas.

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