Diante do Nova Iguaçu, Fluminense volta ao Maracanã. Abel celebra
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Diante do Nova Iguaçu, Fluminense volta ao Maracanã. Abel celebra

Torcida Fluminense Maracanã
Torcida do Fluminense faz a festa no Maracanã (FOTO: João Mércio Gomes)
LANCE! - 11/03/2018 - 06:35
Rio de Janeiro (RJ)
Depois de receber eventos dos mais diversos tipos, o Maracanã, enfim, voltará a ser palco de uma partida de futebol. Neste domingo, Fluminense e Nova Iguaçu se enfrentam pela quinta rodada da Taça Rio, às 19h30 (de Brasília). Após fazer inúmeras críticas à administração do estádio, o técnico Abel Braga comemorou o retorno.

- Quando entro nesse gramado, tenho lembranças incríveis do passado. Essa é a nossa casa, nosso palco. O Maracanã é especial - disse Abel.

O Maraca recebeu apenas dois jogos neste ano, os clássicos entre Fluminense e Botafogo e Flamengo e Vasco. Com relação aos shows, foram cinco dias reservados entre o evento Carnaval dos Sonhos, Foo Fighters e Phil Collins. No final do mês, o Pearl Jam também se apresentará no local. Como as atrações prejudicam muito o gramado, o estádio ainda precisou passar por vários reparos até que tivesse condições de ter partidas novamente.

Por conta da agenda agitada, o Fla-Flu precisou acontecer em Cuiabá. Antes do confronto, Abel reclamou muito. Isso se repetiu ainda após o duelo contra o Volta Redonda, na última rodada do segundo turno do Estadual. Giulite Coutinho, Los Larios, Nilton Santos e Arena Pantanal foram as casas do Tricolor durante esse período.

- Jogo fora é muito triste. Não dá. Com todo o respeito a Cuiabá, o Fla-Flu é do Rio. É carioca. Não pode ser fora. Para o Fluminense é normal, não tem estádio. Entendo presentear o torcedor de fora, mas... Maracanã virou palco de samba. É ridículo ter Fla-Flu fora do Rio - comentou o treinador.

- Entrei há 14 anos no Fluminense. É sempre a mesma coisa. Empresta um campo, pega um campo lá. A gente não tem campo. A cidade tem o Maracanã, o estádio que o público merece. Mas ele é palco de bandas e de carnaval. Se cobra um absurdo em São Januário e no Engenhão. Isso me entristece - criticou Abel.

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