Jô cita 'falta de concentração' em Copa-14 e confia no sucesso de Jesus
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Jô cita 'falta de concentração' em Copa-14 e confia no sucesso de Jesus

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    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção; veja a galeria com fotos Divulgação
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    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Edson Vara/Mowa Press
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    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Mowa Press
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    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Mowa Press
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    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Bruno Domingos/Mowa Press
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    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Bruno Domingos/Mowa Press
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    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção AFP
  •  Jô - Seleção Brasileira 2014
    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção Bruno Domingos/Mowa Press
  •  No jogo de abertura da Copa das Confederações de 2013, o Brasil goleou por 3 a 0 em Brasília. O Brasil de Luiz Felipe Scolari teve os gols anotados por Neymar, Paulinho e Jô
    Jô disputou a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção (Foto: VANDERLEI ALMEIDA / AFP)
Marcello Neves* - 01/06/2018 - 08:10
Rio de Janeiro (RJ) 
O torcedor brasileiro não guarda boas recordações da Copa do Mundo de 2014 e a goleada de 7 a 1 sofrida contra a Alemanha marcou boa parte daquela geração. Reserva naquela partida, Jô foi um dos poucos que se salvou das críticas das arquibancadas. Ao LANCE!, o atacante do Nagoya Grampus, do Japão, falou sobre o aprendizado que tirou daquele Mundial e conta sobre fatores determinantes que faltaram na competição.

— O aprendizado que tirei de Copa do Mundo é que qualquer jogo tem que ser tratado como uma final. A concentração tem que ser elevada o tempo todo, independente se for time europeu, que é mais calculista, ou contra sul-americano ou africanos, que são mais emoção ou garra. É espirito de final em todos os jogos. Em alguns momentos de 2014 faltou isso - conta o atacante. 

Além da concentração, outro ponto que marcou Jô foi a ansiedade. Na época, aos 27 anos, o atacante era um dos novatos em Copas do Mundo - mesmo caso de vários atletas que estarão na Rússia em 2018. O frio na barriga é inevitável quando se joga diante da própria torcida, e ele conta sobre como transformou esse fator em determinação. 

— Não foi fácil controlar a ansiedade. Foi o primeiro Mundial, jogando em casa, diante da nossa torcida. Você tem o frio na barriga. Isso é do ser humano, qualquer situação que é novidade e eu fiquei muito feliz. Estava ansioso, claro, como todos estavam, mas estava muito determinado para fazer o melhor de mim naquele momento - declarou. 

Em 2018, o papel de centroavante da Seleção Brasileira ficará a cargo de Gabriel Jesus, de apenas 21 anos. É o centroavante mais jovem do país desde Ronaldo, em 1998. A pouca idade e a estreia em Copas são fatores citados por Jô que precisam ser vencidos pelo astro do Manchester City. Apesar disso, ele confia no sucesso do atacante em solo russo. 

— Dar dica é difícil, porque o Gabriel Jesus está em uma fase fantástica, tem decidido para a Seleção Brasileira. É um menino novo que deve sentir a estreia, por ser o primeiro jogo em Copa, mas isso é só na boca do gramado. Depois ele vai se soltar e fazer uma bela Copa - disse, antes de completar:

— Em termos de ataque, ele é centroavante, não é brigador. Tem que acreditar em todas as bolas, ficar próximo do gol, fazer o que sabe fazer. É lutar, lutar bastante, correr bastante, que eu tenho certeza que ele vai ser bem sucedido.

* Sob supervisão do editor Hugo Mirandela

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