Marcelo Oliveira surge como favorito para comandar o Botafogo
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Marcelo Oliveira surge como favorito para comandar o Botafogo

Marcelo Oliveira
Marcelo Oliveira comandou o Coritiba em 2017 (Divulgação/Coritiba)
LANCE! - 11/02/2018 - 20:01
Rio de Janeiro (RJ)
A demissão do treinador Felipe Conceição, no último sábado, deixou o comando do Botafogo vago. Ao contrário das duas últimas vezes que isto aconteceu, em dezembro e em 2016, não há um nome que apareça como substituto natural. Pelo menos por ora, o Alvinegro não quer investir na promoção de Eduardo Barroca, treinador do Sub-20, que foi cotado para substituir Jair Ventura.

Por mais que Anderson Barros, gerente de futebol, tenha despistado, em coletiva no último sábado, sobre o perfil do profissional que o Botafogo trará, não é tão difícil imaginar o que o Alvinegro quer agora: um treinador experiente, dentro da realidade financeira do clube e identificado com o Glorioso. Diante deste cenário, quem desponta como favorito nos bastidores do clube é Marcelo Oliveira. O problema é que ele não é um treinador barato.

Marcelo tem 62 anos e foi rebaixado com o Coritiba em 2017, time que comandou nas últimas 23 rodadas. Mas não faltam credenciais: bicampeão brasileiro com o Cruzeiro (13 e 14), além de um vice na Copa do Brasil e um Mineiro pela Raposa. Depois, partiu para o Palmeiras, onde ganhou a Copa BR de 2015.

Por falar em Copa do Brasil, ele chegou a cinco finais em seis anos. Pelo Coritiba, onde foi campeão paranaense em 2011 e 12, chegou a duas finais também. Há duas temporadas, foi vice com o Atlético-MG. Em 2013, no Cruzeiro, caiu nas oitavas para o time que viria a ser campeão, o Flamengo.

No Rio de Janeiro, não foi bem. No Vasco, em 2012, perdeu seis seguidas em dez rodadas e caiu. E há uma certa identificação dele com o clube, onde jogou na década de 80. Em 2016, foi homenageado pelo então presidente Carlos Eduardo Pereira.

Outros nomes

Se ele é o favorito dos dirigentes, não é o da torcida. Os botafoguenses são uníssonos: querem Cuca, alvo do Atlético-MG. Mas o treinador é taxativo: não quer comandar ninguém por agora. Jorginho, desempregado, e Levir Culpi, no Gamba Ozaka (JAP) também são cotados. O primeiro, há pouco tempo, deu uma palestra aos comandados de Barroca e o segundo já jogou e treinou o Botafogo. Além deles, Fabiano Soares foi oferecido.

Gerente de futebol, Anderson Barros também não fala abertamente dos nomes dos treinadores, mas revela que nomes já estavam sendo discutidos antes da queda ser efetivada:

- No futebol não há nada que se parta do zero, há sempre uma discussão, há sempre possibilidades, e vamos trabalhar para suprir essa necessidade. Não vou especular nenhum nome nesse momento.

Na reapresentação do clube, hoje, quem comandará o treino será Bruno Lazaroni, auxiliar fixo da comissão técnica. Paralelamente a isso, Felipe Conceição e Fabrício Vasconcellos, seu vice, definirão em breve se vão aceitar o convite de permanecer no clube, mas em outro cargo. A multa rescisória do treinador gira em torno dos R$ 100 mil.

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