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Luis Fabiano e Roger: da Ponte Preta ao Vasco x Botafogo desta noite

Luis Fabiano e Roger
Luis Fabiano e Roger são os camisa 9 do clássico (Paulo Fernandes/Vasco.com.br e Vitor Silva/SSPress/Botafogo)
Felippe Rocha - 19/03/2017 - 08:00
Rio de Janeiro (RJ)
Luis Fabiano e Roger tiveram início de carreira muito parecido. Formados na Ponte Preta, ambos foram tiveram o São Paulo como destino pouco após deixarem Campinas (SP). A partir de então, deram sequência às vidas no futebol. Hoje veteranos, são eles as referências nos ataques de Vasco e Botafogo, que se enfrentam neste domingo, pela Taça Rio. A partida é às 18h30, no Estádio Nilton Santos, e o site do LANCE! transmite em tempo real.

O Fabuloso mal estreou e já vê o Cruz-Maltino trocar de treinador. São dias e semanas tumultuadas em São Januário. Roger, por outro lado, deixou a má fase de lado ao marcar um gol de bicicleta, na última terça-feira, contra o Estudiantes (ARG), pela Copa Libertadores. No dia seguinte, porém, ele já lembrava do duelo deste domingo contra quem foi exemplo.

- Olho para ele, hoje, com grande respeito. É um grande jogador, matador nato. A carreira dele fala por ele. Vitorioso, jogou Copa do Mundo. Por onde passou foi artilheiro. Foi bem legal lá na Ponte. Lembro que eu estava na base e ele foi vendido para o São Paulo (na verdade, para o Rennes, da França, e depois emprestado ao Tricolor Paulista). Quando eu fui vendido, houve a comparação - lembra Roger, de 32 anos, quatro a menos que Luis Fabiano.

A carreira do atacante vascaíno é claramente mais bem-sucedida que a do camisa 9. Enquanto um foi campeão mundial com o Porto (2004), ganhou títulos com a Seleção Brasileira, fez história no Sevilla (ESP) e é ídolo no Morumbi, o outro desafiou a sorte. Embora tivesse valorizada técnica desde a base, perdeu-se - e hoje admite - para a bebida e para a vida extracampo. Teve oportunidade em clubes como Palmeiras, Fluminense, mas só brilhou de verdade no ano passado.

Não chegam a ser amigos, mas Luis Fabiano e Roger sabem o perigo que podem causar para as defesas rivais. Cada um tentará provar isso logo mais.

- Na Ponte ele era só Fabiano. Foi uma das minhas referências. Espero ter mais sorte e vencer - disse o botafoguense.

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