Lembre a última vez que o Botafogo teve quatro técnicos no mesmo ano
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Lembre a última vez que o Botafogo teve quatro técnicos no mesmo ano

Coletiva Zé Ricardo
Zé Ricardo foi apresentado nesta segunda-feira, na sala de imprensa do Estádio Nilton Santos (Divulgação)
Felippe Rocha - 07/08/2018 - 07:00
Rio de Janeiro (RJ)
A apresentação de Zé Ricardo, na tarde desta segunda-feira, no Estádio Nilton Santos foi a quarta de um treinador do Botafogo para este ano. Antes dele, Felipe Conceição, Alberto Valentim e Marcos Paquetá. Muitos alvinegros estão desacostumados com tantas trocas no comando alvinegro, e com razão. A última vez que tantos comandaram o Glorioso foi no já distante ano de 2005.

Naquela temporada, comandaram a equipe Paulo Bonamigo (que havia terminado o ano anterior no cargo), Paulo César Gusmão, Péricles Chamusca e Celso Roth. Na terceira vez seguida de Campeonato Brasileiro por pontos corridos, o Glorioso terminou em nono (com 22 clubes). No Carioca, caiu para o Americano na semifinal da Taça Guanabara e não se classificou para a semifinal da Taça Rio.

Um empate com a Cabofriense por 3 a 3, com doses de drama, resultou na eliminação botafoguense no segundo turno estadual, e custou o emprego de Bonamigo. Paulo César Gusmão pediu demissão após dez jogos, devido a problemas de relacionamento com dirigentes da época. Deixou a equipe em terceiro no Brasileirão. Chamusca ficou de junho a agosto e Roth esteve no posto até dezembro.

Daquela época para a atual, somente o goleiro Jefferson segue no time - ele jogou na Turquia antes de retornar ao clube que lhe projetou -. Nomes como César Prates, Scheidt, Juninho, Túlio (volante), Diguinho, Caio (Ribeiro, hoje comentarista), Almir, Zé Roberto, Alex Alves e Guilherme fizeram parte daquele time. Bebeto de Freitas era o presidente.

Em comum entre os dias atuais e os de 13 anos atrás, a dificuldade de manter os salários em dia. Um bom sinal é que, na temporada seguinte, uma fila foi encerrada: o Glorioso voltou a ser campeão estadual após nove anos.

Por outro lado, pouco antes, em 2002, outros quatro treinadores comandaram a equipe alvinegra: Abel Braga, Artur Bernardes, Ivo Wortmann e Carlos Alberto Torres. O ano terminou com rebaixamento no Brasileirão.

Já em 1999, o Glorioso chegou à marca de cinco treinadores no comando da equipe. Valdir Espinosa, Gilson Nunes, Mauro Fernandes, Carlos Alberto Torres e Antônio Clemente - este ficou conhecido por "salvar" o Glorioso da queda no Brasileiro em diferentes oportunidades.

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